Confissões Sexuais... Ou a arte do pepino.
A Feira do Livro de Lisboa, também conhecida pelo diminutivo FLL – aliás, conceito rabeta, este das siglas – é um lugar por excelência para se encontrar referências sexuais e… putedo.
Mais uma vez, lá palmilhei com algum sacrifício para baixo e para cima aquela calçada torta e íngreme do Parque Eduardo VII. Ainda bem que fazem a Feira de dia, senão era ver pedófilos a dar com um pau, a masturbarem-se atrás das bancas de livros infantis.
O que me levou à FLL (tentem lá dizer isto e depois não digam que não é rabeta) não foram os livros, claro! Seria a mesma coisa que entrar num palheiro e procurar palha. Não, meus amigos, o que se pretendia encontrar era uma biografia em particular. Um livrito de pouco mais de 100 páginas, numa edição manhosa de um tamanho que nem com um conta-fios tem leitura. Sim, porque se se tratasse de uma “obra” incompreensível do comuna do Saramago, daquelas sem pontuação, que o filho da puta nem escrever sabe, já toda a gente se vinha e o livro levava com encadernação meritória… Enfim, considerandos.
Falo-vos das “Confissões Sexuais de um Anónimo Russo”. Leiam-no, caralho, colem-lhe as entranhas à conta de tanta meita – para as meninas, sempre podem fazer canudinhos com as páginas, pequenas, eu sei… - que é obra que deveria ser de leitura obrigatória nas escolas.
É que de pequenino é que se fode com um pepino.
Mais uma vez, lá palmilhei com algum sacrifício para baixo e para cima aquela calçada torta e íngreme do Parque Eduardo VII. Ainda bem que fazem a Feira de dia, senão era ver pedófilos a dar com um pau, a masturbarem-se atrás das bancas de livros infantis.
O que me levou à FLL (tentem lá dizer isto e depois não digam que não é rabeta) não foram os livros, claro! Seria a mesma coisa que entrar num palheiro e procurar palha. Não, meus amigos, o que se pretendia encontrar era uma biografia em particular. Um livrito de pouco mais de 100 páginas, numa edição manhosa de um tamanho que nem com um conta-fios tem leitura. Sim, porque se se tratasse de uma “obra” incompreensível do comuna do Saramago, daquelas sem pontuação, que o filho da puta nem escrever sabe, já toda a gente se vinha e o livro levava com encadernação meritória… Enfim, considerandos.
Falo-vos das “Confissões Sexuais de um Anónimo Russo”. Leiam-no, caralho, colem-lhe as entranhas à conta de tanta meita – para as meninas, sempre podem fazer canudinhos com as páginas, pequenas, eu sei… - que é obra que deveria ser de leitura obrigatória nas escolas.
É que de pequenino é que se fode com um pepino.
