Crónicas de zaratrusta, O pinguim perneta e zarolho

Tuesday, June 22, 2004

Primeiro encontro (Parte II)

[...] As minhas roupas haviam desaparecido. Eu não vira ninguém na praia, mas dentro de água não me preocupara em guardar as roupas.

Estas haviam desaparecido, e em seu lugar estava uma túlipa negra e um fraco alto e elegante com um líquido castanho e de aspecto sedoso lá dentro. Qual não foi a minha surpresa ao cheirar e aperceber-me de que se tratava de chocolate líquido.

Olhei em volta e vi ao longe, em cima de uma esteira, alguém que me acenava. O dia estava a morrer, pelo que não consegui descortinar de quem se tratava, pulsação disparou e a tesão entrou um pouco em pausa. Era uma inquietação, mas uma inquietação excitante.

Caminhei na direcção da pessoa, e conforme a distância se foi

reduzindo, fui-me apercebendo de que se tratava da mulher que eu vira cerca de uma hora e meia antes. Tinha o mesmo vestido branco e curto, sapatos altos, o cabelo preto e escorrido caía-lhe sobre o ombro, e os dentes do sorriso faziam um contraste radioso com a pele bronzeada e escura. Lábios eram carnudos, a curva da anca um traço perfeito, o peito ainda e sempre hirto e atrevido, chegando-se à frente para dizer de sua justiça.

Aproximei-me com os dois artefactos na mão.

Ela nada disse. Tirou-me a flor da mão e arrancando as pétalas uma por uma , espalhou em cima da esteira onde estava deitada.

Despiu-se então, e o corpo revelou toda a nudez selvática que tinha e senti uma descarga de cobiça que quase me fez perder o equilíbrio. As marcas do biquini salientava as zonas do corpo onde eu me perderia. Foi então que se aproximou e beijou-me. mergulhou-me a língua dentro da boca com uma voracidade tal que quase deixei cair o fraco, ao mesmo tempo que roçava a cona na minha coxa, num bamboleio que a humedeceu com os seus fluidos.

Com ferocidade tirou-me os boxers e voltou a agarrar-se a mim, roçando com a zona pélvica no meu caralho, que voltara a erguer-se duramente furioso.

Tentei agarrá-la, mas ela, com suavidade, deitou-me em cima das pétalas e agarrou no fraco, despejando o seu conteúdo por cima do meu corpo, e por cima do dela.

Vertendo a parte final para cima o meu caralho, abocanhou-o

totalmente, chupando-o juntamente com o chocolate, em movimentos circulares da língua e sugando com voracidade. Senti uma descarga tal que pensei que perdera o contacto com a terra. Ela chupava ritmadamente, lambendo o chocolate que escorria, engolindo o falo, fazendo-o desaparecer dentro da boca, com os lábios que o seguravam num abraço húmido e enlouquecedor.

Foi quando pensei que iria ceder que ela se ergueu e de joelhos, foi subindo até que ficou com a pélvis mesmo por cima da minha boca. Havia chocolate por toda a parte.

Vi os lábios húmidos pelo chocolate e não só, e mergulhei a boca nestes, procurando o tesouro que a pudesse fazer sentir minimamente o que ela me fizera a mim. Lambi a cona em busca do prazer dela e tirando com gana o meu. Ela arqueou as costas e soltou o primeiro gemido. Era um som feminino, agudo, mas suave.

"Lambe-me a cona" - dizia ela - " lambe o chocolate, sente o sabor!"

Dicionário do Sexo (de A a Z)

O dicionário do Sexo by Zé, de A a Z:



AnalSubstantivo feminino, ao contrário do que os rabetas podem pensar. O Sexo Anal é sempre feminino. Elas é que têm que levar com o sexo no ânus. É substantivo, porque não há nada como um bom cu. E esse tem sempre muita substância.



BrocheAdjectivo masculino. Só as velhas com mais de 80 anos é que pensam que “broche” é um adereço para se colocar na lapela dos casacos. Todas as outras mulheres sabem que um bom broche é como chupar a cabeça do camarão antes de comer o resto.



ClítorisAdjectivo feminino. Para os mais distraídos é uma coisinha que as vulvas têm na parte de cima, imediatamente por baixo do monte de Vénus e antes do orifício conal. Serve para entreter as gajas quando estamos com dificuldades em nos virmos.



DedoArtigo definido do género masculino. Já dizia o meu avô que “à falta de picha e de língua há sempre o dedo!” Por isso é que o cabrão morreu cheio de reumático…



EvaNome próprio. A primeira gaja que levou uma valente trancada enquanto comia maçãs. Gostou tanto, que nunca mais quis outra coisa. Tinha a pancada do sexo com os animais, principalmente cobras.



Foda – É substantivo, de certeza, mas não tem género definido. É misto. Tanto se fode um cu, como uma cona, desde que ambas pertençam a uma gaja. Estão a ver o que eu quero dizer?



GajaFeminino. Acho que é adjectivo, embora não tenha a certeza.



Hoje – Complemento directo de tempo. É o dia em que se deve foder.



InvaginarPredicado. É o acto de imaginar que se está a comer uma vagina. Muito útil, quando se cumpre o serviço militar obrigatório (NOTA: só os rabetas é que vão de livre vontade para a tropa).



Predicado. No fundo, usa-se muito numa foda: “ de joelhos!”; “me estou quase a vir”!; “espera um bocadinho, que te vou ao cu!”, só para dar alguns exemplos.



Lamber – Predicado. Também se usa muito durante o acto sexual.



Masturbação – substantivo masculino e feminino. Mesmo para os que fodem muito (como eu) um zarolho bem espremido e uma vulva bem esfregada estão sempre mais lubrificados. É como os carros: há que fazer manutenção.



Não – Coloco esta palavra no dicionário só para avisar os mais distraídos que, quando a ouvirem, é sinal para darem à sola.



Ou – Significa o mesmo que indecisão: cu ou cona? Cu ou cona? Cu ou cona? Cu ou cona?



Puta Substantivo feminino. Uma gaja a quem se paga para a foder, ou pensavam que era outra coisa?!?



QuererPredicado masculino. Esta nova classificação gramatical surge, porque só os homens é que têm “quereres”.



Rata – Substantivo feminino. Abomino a palavra. Faz-me sempre lembrar aquela tara de foder os mortos, também designada necrofilia.



SodomizarPredicado. É como a classe alta se refere ao acto de levar no cu. “Ontem fui sodomizada pelo meu marido. Ai, querida, gostei taannntooo…”



Tarolo - Complemento directo do género masculino. O único tarolo que conheço é o meu. E, mesmo assim, só o vejo raramente, que o cabrão gosta é de estar metido num qualquer orifício de uma gaja.



Ui – Se ouvirem isto da boca de uma gaja é porque está na hora de usarem um lubrificante qualquer se quiserem continuar a ter sexo anal.



Vulva - Substantivo feminino. No fundo, quase tudo o que interessa numa gaja. Quase, porque falta o “cuzinho”, a “maminha” e a “boquinha”.



XoxotaSubstantivo feminino. Aprendi esta a ver o Sex Hot. É como os nossos irmãos brasileiros chamam às conas das brasileiras.



– Nem mais, o vosso blogista é uma “sex machine” e, como tal, não poderia deixar de constar de um dicionário sobre sexo.

Sentes-te diferente???

Caramba...

Esta pergunta já irrita....

«Ahhh, querida... soube que a menina casou... E então... é diferente???»



Estúpidas...

Não percebem nada de cultura feminina liberal e pós-revolucão.

Hoje em dia, menina/miúda/rapariga solteira e que se considere minimamente inteligente... não casa aos 18, nem aos 20, nem aos 25... se possível, casa-se quando se apercebe que, de facto, não tem hipóteses de fuga.



1. Durante o percurso da adolescência devemos tentar compreender o fenómeno HOMEM... sem qualquer entrave psicológico - uma vez que são considerados uma espécie de inteligência limitada - ou entrave físico - o exercício sexual a priori ao casamento ajuda à manutenção da linha.



2. Deve-se procurar o maior número de espécimes possível...

Quando compramos um par de calças, sapatos ou até mesmo uma camisa... Não temos de provar vários modelos até descobrir-mos com qual ficamos melhor??? Eu encaro o casamento assim...

Aliás... já dizia a minha rica avó: «Filha, goza bem... não te deixes prender... um Homem é uma prisão.»

Avó... uma prisão, não direi tanto... mas assumir uma responsabilidade obriga a uma maturidade que atingi há muito pouco tempo!

Coitado do marido... devem pensar! Desenganem-se...



Diz o “Livro da Boa Lolita”:

Regra de Ouro n.1 : «Nunca enganes o teu Homem em relação à tua personalidade... és demasiado aberta para o enganar demasiado tempo.»



Com frontalidade e sinceridade disse ao meu Homem:

«Sou maluca, tive vários namorados, adoro sexo e gosto de ti... queres tentar?»

E não é que ele disse que sim?!? Deve ser doido...



Mesmo assim nunca pensei que violaria a Regra de Ouro n.2:

«Míuda... ganha juízo e não te cases antes dos 30!»



Convenhamos que me aguentei bem... casei aos 27... nada mau... o que não sabem é que já fiz o “doutoramento”... por isso, podia pedir “dispensa” destes três últimos anos e concentrar a minha “actividade” num só espécime: o meu Marido!

Apesar de estar casada – facto que não me arrependo um segundo, devem estar a brincar,não? Sexo todos os dias. Mas continuo a achar que só devemos casar aos trinta... ou então a Regra de Ouro n.3 deverá ser levada à risca sempre...



«Miúda que se preze deve ter gozado tudo antes de casar... burras, nunca mais!»

Casar sim, sexo sim, escravas não... sexuais... sempre!!!!

E viva o sexo forte! (se é que me entendem...)

Saturday, June 19, 2004

Primeiro Encontro (Parte I)

"Das coisas mais curiosas acerca do sexo é a sua denominação.

Não existe uma forma supostamente elegante de nos referirmos a ele, à sua prática, aos instrumentos (na falta de termo melhor). Mas a pensarmos bem, existe uma razão de ser para tal. Porque o sexo é fúria, é entrega, é um escorregar por caminhos próprios e alheios que ninguém sabe muito bem onde vai dar. E foi precisamente essa ideia que discutia em surdina na minha cabeça

naquele dia.



Estava um calor húmido, daqueles em que a transpiração cola a

roupa ao corpo e faz com que a água toque no corpo como um suave beijo frio.

É difícil não olhar para ela. Naquele dia ainda mais complicado, devido à troca de olhares. A retribuição de uma cobiça implícita torna o acto de ignorar a rajada de atracção um tarefa impossível. Além disso, havia demasiada humidade, electricidade e calor no ar. Tudo era uma ordem para despir, um comando implícito para que o corpo fosse descoberto.

As formas que se insinuavam debaixo do vestido desenhavam sombras gulosas no traço do corpo. Era um dia de calor, mas os mamilos estavam em luta acesa com o tecido tentando emergir por entre este, como pequenos montículos de vontade indómita. Podia imaginar a gota de suor que escorria languidamente por entre os volumes do peito, percorrendo a pele até ao umbigo num serpentear semelhante à exploração de uma pequena língua, chegando mesmo à zona púbica que antecedia o paraíso (ou inferno) quente da cona.



Estávamos no bar de uma piscina do hotel, mas a praia estava mesmo em frente, com o areal em contemplação dos edifícios pequenos que o cercavam. Faltavam ainda algumas horas para o por do sol, pelo que agarrei num copo de vodka absolut gelado e sai para o areal para clarear as ideias e dominar os gritos de exigência do corpo.



O mar calmo estava algo distanciado das casas. A maré baixa. andei

com a cabeça no ar durante cerca de uma hora, despindo a camisola e

pendurando-a no ombro. o vento era quente, mas a misericórdia do crepúsculo adivinhava-se. Pensei então em tirar toda a roupa e tomar banho no mar quente. Afinal de contas, não se via vivalma e mesmo que se visse, pelo menos ficava com os boxers justos que tinha, não fosse o diabo tecê-las.



Entrei no mar e nadei durante cerca de vinte minutos. A água parecia uma enorme língua suave, percorrendo com água cada contorno do corpo, inflamando a voz da tesão em vez de a acalmar. Olhei para baixo e havia uma curva distinta nos boxers, como resposta do corpo à teimosa obstinação da imaginação.



Saí da água algo incomodado com a voracidade do crescimento do meu

sexo. chegava a doer-me quando toquei na glande, vermelha e inchada, pronta a perder-se no que a pudesse abraçar humidamente. Fazia jus à palavra caralho, tal era a sua força e obstinação em permanecer rudemente erecto.



Mas deparei com uma surpresa complicada.

Friday, June 18, 2004

Parker Pines Investiga revisited

Mais uma vez recorro ao baú das crónicas, porque a falta de tempo não me permite estar a gastar "my little grey cells", como diria a fufa da Agatha Christie pelo seu apanascado Hercule Poirot. Aqui fica uma das mais famosas crónicas do "em busca de", também sobre uma outra personagem Christiana... ou será Agathiana? Enfim... Fodam muito no fim-de-semana, que bem merecem!



Wednesday, September 17, 2003

PARKER PINES INVESTIGA

Noutro dia fui de visita à parte saloia da família, cambada de energúmenos, palavra que me é querida, como o mais atento leitor já deve ter reparado. Querida também me é (como diria aquele bicho feio e verde, com nome de iogurte, que entra no Star Wars) uma prima que partilha com os pais um casebre lá para os lados de Loures, arredores de Lisboa.

A miúda, com tenros 16 aninhos, já teria começado a descobrir as virtudes do alargamento do orifício conal à conta das cabeçadas de um tarolo inibido do namorado imberbe e acneito. Sei-o, porque a mãe dela me confessou preocupada que surpreendeu a filha de gatas, nua em cima da cama, ainda a pingar meita do grelo. Desconfiou que o cabrão do namorado se tinha precipitado para a casa de banho, ao ouvir passos nas escadas, mas não quis perguntar nada ao seu querido rebento, agora já tão rebentada.

Era de investigar, pediu-me ela. Qual Mr. Parker Pines, afamado investigador de coração, ali estava eu, experiente inspector conal. “Bastava olhar”, disse eu. “Como é que sabes, só de olhar?”, perguntou incrédula. Expliquei as diferenças:

Cona virgem: tom rosado, humedece só com a transmissão das ondas cerebrais da dona de que “é desta”. Os grandes lábios apresentam um aspecto carnudo e os pequenos estão demasiado tímidos para se mostrarem. Normalmente o orifício conal está oval, graças às embalagens de desodorizante que, hoje em dia, têm essa geometria. É como um alvarinho: deve beber-se em novo, bem fresquinho e nunca guardar para mais tarde. De certeza que azeda.

Cona piçada: tom carnudo, o chamado “rosa velho”. É preciso muita paciência e sapiência para que ganhe humidade suficiente. Os grandes lábios apresentam um aspecto mais elástico, os pequenos despontam e envolvem o tarolo, qual boca da Moore, no Strip Tease. O orifício conal está muito mais arredondado, à conta de tanta cabeçada. Como um bom vinho tinto, deve beber-se usando o olfacto, gosto e tacto.

Fui ter com a prima. À laia de inquisição, mandei-a abrir as perninhas e olhei. Não foi preciso mais nada! Aquilo só tinha levado dedo. Tive que lhe dar uma piçada, para a mãe não ficar desiludida. Afinal, o namorado é bom rapaz e trabalhador. É porteiro no Avenida Palace de dia e trabalha como securitas de noite. Não admira que não tenha tido ainda tempo para cantar a canção do malandro à prima, digo eu.

Que raio de Mundo!

Morreu mais um amigo meu...

Durante algum tempo fui contanto quantos iam desaparecendo das festas de aniversário, das passagens de ano, dos arraiais lá da “terra” ou de uma simples ida ao bar...

Quando os dedos das mãos deixaram de ser suficientes mentalizei-me que era uma contagem demoníaca e obriguei-me a parar... No fundo pensei que parando a contagem, uma força maior fosse iniciada e eles deixassem de desaparecer...

Enganei-me... e todos os anos deixo de ver mais alguém...

Tudo começou à 11 anos, quando comecei a conhecer amigos na área de residência dos meus pais...

O Litos foi o primeiro... tinha comprado a Kawazaki há pouco menos de um ano! Ainda não tinha traquejo suficiente para ela e não aguentou um «picanço» numa das mais famosas «Estradas da Morte» do nosso país. Morreu electrocutado num poste gigantesco de alta tensão.

A namorada que ia à “pendura” ainda se aguentou uns meses, mas acabou por falecer.

Após este acidente e no mesmo ano morreram 12 jovens entre os 18 e os 29 anos nesta zona... Eu não os conhecia a todos, mas conhecemos sempre alguém que os conhecia e, sem compreender como, acabamos por partilhar uma dor e perca.

Desde pessoal que ia para o trabalho e são abalroados por jovens embriagados acabados de sair da discoteca (nem acreditariam na quantidade de jovens que morrem assim)... um que saiu da casa da noiva e não venceu a luta contra o sono e embateu numa árvore centenária, a três quilómetro de casa... até o Pedro.

O Pedro foi a última perca dum grupo cada vez está mais escasso.

O Pedro não venceu a sua segunda luta contra o cancro.

A primeira batalha foi difícil, mas saiu vencedor...

Na segunda, o inimigo foi traiçoeiro e atacou em frentes nunca esperadas... O Pedro não aguentou e Portugal perdeu um grande químico.

Conheci-o durante as minhas idas à biblioteca... estava no 8º ano e ele no 10º e tinha descoberto a química naquele ano...

Devorava tudo o que tivesse a ver com o assunto e acabou contagiando-me com todas as suas teorias e fórmulas.

O primeiro livro que me emprestou dei-o a ler ao meu irmão, que sempre gostou de química, física, astronomia e biologia... ficou de tal forma fascinado que seguiu quase as mesmas pisadas.

Não se lhe conheciam defeitos, mas como todo o ser humano deveria tê-lo; não se lhe conhecia uma falta de educação ou mesmo um levantar de voz.

Um químico, um bom homem, um grande amigo... tudo o que consigo dizer agora!

Wednesday, June 16, 2004

Frases que ficam para a história

Noutro dia, imbuído de um sentimento de nostalgia, fui rever as famosas pinocadas do arquitecto Taveira. Ali está ele, reconhecível e confortavelmente instalado num maple "art deco", com uma prateleira a meia altura em fundo cheia de livros, a falar calmamente ao telefone (ainda não existiam telemóveis) enquanto a "Fatinha" lhe chupa o bastos. O arquitecto desliga o telefone e atira a primeira frase mítica:



"Vamos comer a Fátinha, vamos?" A moça, hoje bem conhecida na praça, naquela altura ainda dona de uma pintelheira farfalhuda (corte à anos 80), mete-se de quatro em cima do maple, vira a tranca para o arquitecto e este, sem pudor nem cuidado, afinfa-lhe o tarolo no cu e lança a segunda frase mítica: "Aguenta e não chora, vá..." para finalizar, ao som do esgar de dor e pânico da Fátinha: "Vá, vá, já passou... 'Tá todo no cu da querida!", esta última virou moda e hoje é muito usada na prática do sexo anal (como tecnicamente se chama à enrabadela, para os energúmenos que não conhecem o termo).

Toda a gente agora, quando está a comer o cu da parceira (note-se que uso apenas o feminino. Já disse aos rabetas para darem à sola! Xô!)usa esta mítica expressão:



"´Tá todo no cu da querida!"



Ora aí está: o grande responsável pela democratização do sexo anal foi o Arquitecto. Uma única frase fez com que se voltasse a usar, ao fim de dois séculos, esta prática contraceptiva.



Vem isto a propósito de frases míticas que são proferidas em momentos diversos por distintas personalidades e que perduram no tempo. Ficam aqui mais duas:



"É ganhar, caralho, é ganhar, caralho!" - Paulo Futre, aquando da apresentação no estádio da Luz da sua contratação para o glorioso.



"We shall fight on the land, we shall fight on the sea, we shall fight in the air, we shall never surrender", Winston Churchill, traduzindo à letra: "Vamos enrabar os alemães em terra, vamos-lhes ao cu no mar, vamos atirar-lhes garrafas no ar, vão-se foder, filhos da puta!"



Tuesday, June 15, 2004

Vamos! (tomo I da triologia "Música, Cerveja e Asnos")

Sexta à tarde.

Deixei o curral.

Fui até à beira rio.

Mais precisamente até à foz do rio Trancão.

Havia para lá um acontecimento musical.

Como nós burros temos umas orelhas grandes gostamos muito de música.

Havia uma marca de cerveja para lá a fazer grande alarido.

Embora este burro não seja grande fã da água de Vialonga, decidi ir à mesma ouvir os acordes melódicos de uns quantos toscos e umas brilhantes distorções de uns génios.

Isto da música ser universal é algo relativo. O meu gosto musical pode entrar em pontos de contacto com o de outros animais. Mas dizerem que há um gosto comum no que toca à música... bem, isso já me incomoda mais. É que o meu gosto musical levou muito tempo a ser formado. Foram muitos anos a ouvir porcarias, a comprar lixo e a dizer: "Porra! Isto afinal é uma grande trampa! Nunca mais sigo a opinião dos críticos!". Sempre consegui formar um gosto especial, muito meu - muito idiota - que defendo com cascos e dentes!

E lá cheguei. Ainda havia algum alcatrão livre para estacionar a cauda. A fauna do sítio era peculiar. A música já soava.

- Tu gostas desta merda? - perguntava alguém por lá.

- Eu vi ver foi o Leni, que é mêmo bom! - suspirava uma adolescente de cara infectada por acne.

- Ó Mike! - gritava um adolescente de pele escaldada pelo sol - traz também uma para mim, caralho! Eu pago-te amanhã!

- Foda-se! Olha a peida daquela gaja!! - comentava o meu vizinho. Era de facto algo bonito de se ver. O português gosta mesmo é disto. À quinta cerveja já toda a gente cravava o charro do vizinho, mirava o decote da vizinha, encostava-se ao corpo desta e calmamente gabava-se de não perceber nada da "merda" que estava a ouvir, e achar que eles tocavam muito bem para surdos.





Saturday, June 12, 2004

Peseiro no Sporting

Isto à coisas dos diabos, então não é que um ilustre desconhecido (sim porque o Peseiro nem sequer treinou um equipa da 1ª liga), o sporting vai contratar um gajo completamente desconhecido que como títulos o de campeão da 3ª divisão porra este gajo devia era ser logo nomeado presidente dos estados unidos...mas para treinador do sporting....porra o sporting é o sporting, pá a que ter respeito com as coisas, já não se respeita nada, esta juventude...



No dia em que ouvi a confirmação da nomeação do Peseiro para o sporting encontrava-me na recepção com o segurança do lçocal onde trabalha e naquele momento de estupefacção quando soube da nomeação que perguntei ao segurança sem o conhecer de lado nenhum, mas quem é o Peseiro, pronta resposta do senhor foi o Peseiro é o próximo Mourinho, ora ser o próximo Mourinho não significa nada de bom a não ser que nos refirémos a taça uefa e à liga de campeões ganhas de seguida (isto sem contar com as competições portuguesas), o que é um feito histórico, tanto para um português como para qq outra nacionalidade, (diga-se de passagem), tirando estes dois factos que o elevam acima dos outros comuns mortais, tudo nele é estranho, todo aquele fel, todo aquela bilis aquilo não é normal, a imagem que ele passa é péssima, de alguém horrivel, acido, escuro, negro mesmo, se ele fosse assim como a imagem por ele transmitida ele acabava por rebentar de tantas emoções negativas que ele carrega, acabava por se auto-dissolver no tanque de acidos que era ele próprio, aquilo só pode ser trabalhado encenado não é possivel ser-se assim naturalmente, quero acreditar que não.



Bom voltando à recepção, depois da minha pergunta introduziu-se logo o tema do efeito do sexo na alta competição. Actualmente existem várias correntes que são a favor e contra que um atleta de alta competição, neste caso refiro-me ao futebol deve ou não ter sexo antes de um jogo. Bom o sacana do segurança sabia toda e levantou várias questões que muito prontamente apresentou uma solução, para ele devia de haver sexo antes dos jogos importantes ajudava a relaxar, mas só se fosse com as mulheres ou parceiras estáveis, porque aí não havia problema de os nossos atletas serem afectados pelas suas actividades na cama, o problema é quando se trata de novidade em que os jogadores se esforçam e dão o litro, pois para os mais atentos estou-me a referir tanto a prostitutas, (como já aconteceu com o Vitor Baia, Secretário e etc., nomeadamente o tão falado caso Paula), mas pior que prostitutas, segundo o tal senhor é recorrer àquelas "amiguinhas" que pulalam a volta dos jogadores, a uma coisa que não se pode chamar um jogador, e é de santinho, é que a tentação é muita e a carne é fraca....fraquissima.



Para defender esta sua teoria deu o exemplo de quando a Dinamarca ganhou o Camp. Europa, em que os Dinamarqueses vieram de chinelinho no pézinho com as esposas e a familia e pumbas ganharam o campeonato da europa sem ninguém esperar....



Tuesday, June 08, 2004

Da Campanha Eleitoral

Caros leitores enconados, o tema que hoje trago à liça, versa sobre a campanha eleitoral que está a decorrer para o Parlamento Europeu, as chamadas "europeias".



Claro que, para o energúmeno leitor mais distraído, "europeias" são aquelas gajas boazudas da Private, que enfardam piçada no cu com um sorriso nos lábios... ou melhor com uma tora nos lábios, queria eu dizer. Não amigos, embora pareça, o que hoje se discute não é se a Sylvia Saint foi a melhor cona checa que alguma vez passou num écran de televisão! O que hoje se discute é quem é que são os próximos brochistas que vão mamar a teta da vaca europeia. Aquela às estrelas amarelas em vez das clássicas manchas pretas.



Noutro dia, imbuído de um espírito inquisidor, decidi assistir a um debate entre os dois principais candidatos na SIC Notícias. Transcrevo aqui a parte que mais me esclareceu:

Deus Pinheiro - "ó meu meia-orelha do caralho, então V. Exª. acha que com uma tromba dessas consegue ir comer gajas para Bruxelas? Só se for a pagar! E olhe que as despesas de representação não incluem idas às putas! Isso terá V. Exª. que pagar do seu bolso..."

Sousa Franco - "Olhe que V. Exª. está a ofender-me! Está a dizer que eu não sei fazer contas?!? Olhe que, por acaso, eu sou um grande especialista em economia, apesar de ser licenciado em direito, ter o mestrado em direito, ser doutorado em direito, dar aulas na faculdade de direito, mas tudo em direito económico! V. Exª. sugere que eu não saberia poupar uns trocos para ir dar umas bufadas numa puta?!? E olhe que, mesmo a pagar, ainda era capaz de foder uma ou outra deputada!”



Bom, às tantas adormeci no sofá, porque os debates sobre temas económicos dão-me sono… No Domingo, lá estarei para desenhar um real bastos no boletim de voto.

Thursday, June 03, 2004

A obrigação de escrever ou a nobre arte de ser motorista

A pedido de muitas famílias vou escrever um pouco.

Houve a família perneta e zarolha que me pediu encarecidamente para vomitar umas quantas linhas neste depositário de desabafos (uns psicológicos, outros físicos)... Houve também a família josé, mais conhecidos como os Bush do Bairro da Cova da Moura, que me pediram para evacuar umas palavrinhas que cheirassem mal e que tivessem textura gelatinosa... Embora eu acho que o chefe da família dos Cowboys da Cova da Moura quer que eu envolva também um quantos chouriços para dar colorido à conversa!

Mas ok, cá vai disto...



Era uma vez um burro fragilizado que não encontrou cargo no ministério da Agricultura. Diziam que ele era uma espécie em vias de extinção. E como tal não podia estar muito tempo no mesmo sítio, pois podia ser abatido... Ao lado dele estava também um espécime raríssimo: o "táxista mudo". Agora perguntam vocês: "Ó asno sagrado, o que é um táxista mudo?"



Um táxista mudo é aquele condutor excepcional que, desde o momento que entramos no táxi e dizemos o destino que mais nos apraz até à chegada ao mesmo, não abre a boca. Só responde com uns quantos grunhidos, faz a corrida com eficiência, não insulta os outros automobilistas, apenas usa a buzina e é raro roubar o cliente. Não comenta a situação política do país, não chama filhos-da-putice a tudo o que é dirigentes (quer políticos quer desportivos), não nos confronta com o jogo da equipa dele no fim-de-semana passado, não nos conta as maleitas de saúde que tem, não se mete na nossa vida, não pede indicações geográficas do melhor caminho a seguir e não passa a vida a falar com a central de táxis, a pedir que liguem lá para casa a informar a respectiva esposa que vá comprar um quarto de frango no churrasco, pois ele tem de ir fazer uma "corrida até ao c****** do parque das nações e está preso na p*** das obras do c***** do túnel do Marquês". Já agora aproveito para dar os meus parabéns ao Presidente Lopes pelo empenho que tem demonstrado em levar avante a obra do túnel do Marquês. Sim senhor, isso é que é manter as promessas políticas. É um homem de fibra, um verdadeiro gajo com os produtos hortículos no sítio. Um túnel para trazer mais carros para Lisboa... Que tem uma inclinação proíbida por lei e que nem sequer apresenta estudos de impacto ambiental! Ah grande homem! Deviam ser todos assim! Próxima obra de extrema utilidade para Lisboa: um centro cultural para pombos, esses verdadeiros lisboetas! Verdadeiros amantes do património lisboeta! Pombos, esses magníficos ratos com penas!



Enfim, acho que já disse parvoíces a mais. Espero a qualquer momento receber uma notificação para ir a tribunal responder perante as ofensas dirigidas aos lindos pombos. A própria comunidade columbófila, esses verdadeiros amantes dos verdadeiros lisboetas, já me ameaçou com uma jihad sagrada!



Vou voltar para o meu estábulo!



ARRE!

Manifesto Anti-Tias

Para o leitor menos atento, é claro que eu não me refiro às minhas 5 tias, a minha tia Ermengarda, Felisberta, - Marcolina que Deus a tenha em descanso, refiro-me sim às tias Bitá, Milita, Pitá, Dadá e coisas do género.



Não é do conhecimento geral, mas emergiu nos últimos anos uma organização secreta, chamada as Tias de Portugal que se tem espalhado e diversificado como uma doença que vai corroendo e carquilhando o tecido vivo da nossa sociedade, atravessando transversalmente a sociedade passando por todas as classes e profissões tal é a gravidade da situação que me vejo obrigado a denunciar tal coisa aqui neste espaço de liberdade e pluridade, a que tantos nos habituámos, aqui no Pinguim.



Alguns estudiosos do assunto referem que tias sempre houve desde o alvorar da raça humana mas a verdade é que as coisas só se agudizaram e levaram a tão gravosa epidemia, a partir do inicio dos anos 80, embora se possa referir que o agente virulento já se cá encontrava no nossa querida casa a partir do incidente de Rosewell, para quem não sabe Rosewell (no deserto do Novo México, nos Estados Unidos, durante a década de 50) foi o local onde um ovni - objecto voador não identificado, despenhou-se no deserto perto de Roswell, esse veículo mais tarde apurou-se que se tratava de um veículo extraterrestre, tripulado por extraterrestes, com os nomes de código de Lili Caneças, Cinha Jardim e Bitá qualquer coisa, foram estes a primeira vaga que preparam o caminho para as vagas seguintes.





Estamos a ser invadidos por uma raça extraterrestre que nos vai domesticando e substituindo por cópias, ora vejam, a doença tem-se espandido a olhos vistos todos nós assistimos diáriamente a esta situação sem nada fazer, todos nós somos culpados por ficar passivos a assistir a esta situação sem nada dizer, A vitória do mal, não depende das pessoas más, mas sim nas pessoas boas e justas calarem-se e nada fazer para impedir a barbárie.



Eu até me arrepio sempre que oiço as palavras, "...oiça lá....", ou "....olhe lá...." ou então aquele sotaque primáriamente tia, em que se assiste a uma mulher que não tem onde cair morta e que começa o seguinte diálogo "(...)sabe eu no tempo em que andei a apanhar morangos(...)" e depois continua, é sobrehumano fiquei sem pinga de sangue.



Eu próprio todos os dias tenho de lutar pela minha alma, ainda hoje aconteceu uma situação que atemorizou, me deixou sem sangue, uma dessas tias de quinta vaga, atravessou o seu audi no passeio que eu percorria na hora de almoço, eu que não tinha ainda tomado o meu café a seguir ao almoço, muito massado, levantei muito levemente as mãos em sinal de protesto por ela ter parado no meio do passeio, não me permitindo passar sem ter de parar, ora o passeio como todos sabemos é percurso de peões e nao de carros, então não é que aquela imitação de terceira, aquela pseudo tia de uma figa, a julgar que isto é tudo dela e que eu sou algum servo dela, achou-se no direito de baixar o vidro e dizer aos gritos e de uma forma ironica "....desculpe...desculpe" irritadissima, por aquele enegrumeno da plebe todo cheio de germes e micróbios levantou uns centimetros as suas maozinhas, ...ao que horrrore onde o mundo vai parar, e eu em vez de tirar a garrafa de tintol, mandá-la levar no olho do c* e atirar-lhe com a garrafa vazia - depois de previamente emborcada a vermelha mistela que foi martelada com liquido refrigerante e um pouco de um qualquer coktail de quimicos industriais - bom não interessa e entretanto atiçar-lhe os cães em cima, o piloto, o bolinha e o tigre. Em vez disso chamei-a de mal educada, ao que ela me respondeu, "vai pô caraças..." e eu fiquei a ver toda aquela cena com uma sensaçao de deja vu.



se o arrependimento matasse tinha caído fulminado no chão porque aquilo que o meu mais primário ser dizia para fazer era para lhe deitar em cima todo o mais mais biliar ser, em vez disso calei completamente surpreendido com toda a situação sem capacidade de reagir de acordo com aquela situação, provavelmente se fosse noutro país mais civilizado, eu sacaria da minha arma automática e tinha cravejado o estupor da tia de chumbo grosso, em vez disso fiquei impotente a ver toda esta cena e como alternativa à fusca cospe balas tenho este blog de treta. Somos mesmo um país subdesenvolvido porra! pá.











Wednesday, June 02, 2004

Manifesto do Partido Conista (I)

Em tempos idos, um pedófilo barbudo e com aspecto de sem-abrigo do par dos vendavais, escreveu que o ópio do povo era a religião. Bom, para lá de outras coisas menores, não poderia estar mais em desacordo com a filosofia barata deste rabeta. Como é óbvio, meus caríssimos leitores, o crack do povo (sejamos modernos e actualizemos a natureza do narcótico) é a meita conal.



"Se é assim, mestre Zé", pergunta-se o energúmeno leitor, "porque é que o Carlozzzz Marxxx (como diria o Carlozzz Carvalhazzz) pensava que era a religião?" Resposta óbvia: porque o homem era panilas. Logo, gostava de ir ao cu aos padres e de mamar na picha dos Bispos (sim, porque tinha relações ao mais alto nível...). Se assim não fosse, teria que subscrever a minha tese de mestrado: "Manifesto do Partido Conista".



Senão, vejamos:

1º - a religião não tem cheiro. Uma cona tem sempre cheiro! Bom, ou mau, ficamos de todo o modo inebriados.

2º - Na religião só há homens e meia dúzia de fufas (as freiras). Conas é o que não falta por aí, para todos os gostos e muito por onde escolher.

3º - Na religião adoram uma virgem! Ora, uma cona virgem tem como único propósito ser fodida. Logo, a virgindade é um conceito precário. Não pode ser adorado por mais de 2 horas, quanto mais durante dois mil anos!



(cont.)

Tuesday, June 01, 2004

Andy Kaufman & Cia

Perguntam as mentes menos informadas quem raio é o Andy?





"While all the other kids were out playing ball and stuff, I used to stay in my room and imagine that there was a camera in the wall. And I used to really believe that I was putting on a television show and that it was going out to somewhere in the world."




Pois o Andy foi um génio do seu tempo, o génio dele era tal que muitas das vezes os seus gags não se destinavam a entreter o público, mas a ele próprio e ao seu amigo e assistente, de tal forma as coisas eram que muitas vezes ninguém percebia os seus gags, pois a forma como se olhava era do ponto de vista do público e nao se sonhava que o público, dos gags não erámos nós mas antes ele próprio, com ele nunca se tinha a certeza de estar perante o verdadeiro Andy, ou se tratava de algum dos seus excêntricos personagens, muitas vezes nem mesmo o seu agente sabia.



Para quem quiser saber mais acerca de Andy Kaufman aqui fica um site dedicado ao seu génio http://andykaufman.jvlnet.com/core.htm

http://www.caksociety.com/world.html



ou então pode optar pelo filme "Man on the moon" com Jim Carey.



agora perguntam vocês confusos o que é que isso interessa????



...bom! bom! parece-me que querem que eu ponha o pinguim a funcionar...



bom o que eu queria dizer era que eu tb tenho um pouco de kaufman dentro de mim e as vezes as crónicas que escrevo têm mensagens, uma frase, um paragrafo que se destina a um freguês em especial, mas nem o freguês se preocupe, nem os leitores se preocupem se por acaso nao apanharem, coisas nos textos, tratam-se de "private jokes", como private jokes que são apenas os visados as percebem.





Desafio

Com este post venho lançar um desafio aos caros leitores



Especialmente dirigido a quem escreva qualquer coisita, ou mesmo a quem não escreva, mas que queira passar a escrever, lanço um desafio, juntem-se a nós.



estão abertas as inscrições para colaboradores aqui deste bloguistão. Têm total liberdade criativa para escreverem sobre o que mais os motivar nesse momento, podendo ir desde política, ou futebol, actualidades, ou coisas mais mundanas, fica ao critério de cada um.



deixo-vos um mail para poderem mandar as vossas mensagens, todas as mensagens que nos forem enviadas terão resposta. Aqui fica este repto, vá lá, falem com os vossos amigos, juntem-se a nós...









Fúria do açucar II

Arre que se faz tarde, diz o meu esfaimado estômago, que isto de se morar no Entroncamento e trabalhar em Lisboa tem muito que se lhe diga, levanto-me muito cedo, ainda de madrugada oiço a porra dos passarinhos a cantar, é nesta altura que eu percebo o direito consagrado na constítuiçao americana em ter armas, juro que de manha era berlaitada a torto e a direito, e se visse alguma cabeçinha de algum vizinho atrevido à janela pumbas levava logo com chumbo grosso, aqui o je não brinca em serviço.



Bom voltando ao tema em questão venho aqui fazer um resumo do tal fim de sexta do post com o mesmo nome, então o resultado foi....



pinguim -100000000000000000000000000000000000000000000000000

estupidez +100000000000000000000000000000000000000000000000000





devo ter tido alguma avaria electrica é que o sistema central a que eu chamo cerebro deve se ter passado completamente, como diz um amigo, deve-me ter dado o tilt. Naquela sexta avariei-me todo, entao vejam lá,





1º o baton do teety, não era um baton mas uma cola para a escola.... (fuuu .....tiro no cruzador, cruzador afundado...)



2º a caneta....apanhei-vos esta ainda não conta ainda não entreguei a prenda, mas com a estupidez toda junta que foi aquela inesquecivel sexta, ele vai olhar para mim e dizer para que é que eu quero esta m**** vai-te f**** meu granda c*****, mas pronto, ainda não aconteceu, porra portanto não conta.



2,5º A revista era mais ou menos mas aquilo que eu queria mesmo .....era a maximen (...destroyer afundado)



3º a porra do cd dos nightmare on wax, porra aquilo custou quase 20 euros, nao vale nem 10 centimos, nem o fosforo mais a gasolina pa queimar aquela porcaria (....tiro no porta-aviões, porta-aviões ao fundo...)





Não restou um único barco à superficie.



O Verão

O Verão é um estado de espírito, dizem os apanascados leitores. Atenção! Não são os meus leitores, claro, que esses não são apanascados. Ou melhor, não devem ser, porque aqui não há nada que os possa excitar. Xô! Xô, cambadas de vermes que deveriam ser abandonados num cacilheiro, daqueles novos que encalham, mas a caminho da Austrália, quais jesuítas dos tempos modernos.



Retomemos o tema: o Verão. Parece que começou de vez o calor do caralho, que nos faz suar em bica.



Bica, café. Café, grão. Grão, galinha. Galinha, bico. Bico, broche.



Era aqui que queria chegar e não à puta da lojeca de electrodomésticos do saloio do Belmiro. Foda-se, aos gajos chamados “Belmiro” deviam dar-lhes um murro nos cornos à nascença, em vez de uma palmadinha no rabinho para chorarem. Ao menos a ver se se reduzia o risco de se virem a tornar patrões de empresas chamadas Sonae.



O Verão é a estação das mini-saias, dos decotes pronunciados, das cuecas fio-dental, ou como agora se chamam “string”. Bela época para a chamada caça ao grelo… Só que, por favor, proíbam as gajas feias de saírem à rua com menos do que casaco de lã até ao pescoço, luvas, calças compridas e barrete na cabeça! “E o que é uma gaja feia, Zé?”, pergunta-me o inocente leitor. Se não sabes é porque és candidato a ir no tal cacilheiro para a Austrália, pá! Rabo.