Crónicas de zaratrusta, O pinguim perneta e zarolho

Wednesday, June 02, 2004

Manifesto do Partido Conista (I)

Em tempos idos, um pedófilo barbudo e com aspecto de sem-abrigo do par dos vendavais, escreveu que o ópio do povo era a religião. Bom, para lá de outras coisas menores, não poderia estar mais em desacordo com a filosofia barata deste rabeta. Como é óbvio, meus caríssimos leitores, o crack do povo (sejamos modernos e actualizemos a natureza do narcótico) é a meita conal.



"Se é assim, mestre Zé", pergunta-se o energúmeno leitor, "porque é que o Carlozzzz Marxxx (como diria o Carlozzz Carvalhazzz) pensava que era a religião?" Resposta óbvia: porque o homem era panilas. Logo, gostava de ir ao cu aos padres e de mamar na picha dos Bispos (sim, porque tinha relações ao mais alto nível...). Se assim não fosse, teria que subscrever a minha tese de mestrado: "Manifesto do Partido Conista".



Senão, vejamos:

1º - a religião não tem cheiro. Uma cona tem sempre cheiro! Bom, ou mau, ficamos de todo o modo inebriados.

2º - Na religião só há homens e meia dúzia de fufas (as freiras). Conas é o que não falta por aí, para todos os gostos e muito por onde escolher.

3º - Na religião adoram uma virgem! Ora, uma cona virgem tem como único propósito ser fodida. Logo, a virgindade é um conceito precário. Não pode ser adorado por mais de 2 horas, quanto mais durante dois mil anos!



(cont.)

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