Primeiro Encontro (Parte I)
"Das coisas mais curiosas acerca do sexo é a sua denominação.
Não existe uma forma supostamente elegante de nos referirmos a ele, à sua prática, aos instrumentos (na falta de termo melhor). Mas a pensarmos bem, existe uma razão de ser para tal. Porque o sexo é fúria, é entrega, é um escorregar por caminhos próprios e alheios que ninguém sabe muito bem onde vai dar. E foi precisamente essa ideia que discutia em surdina na minha cabeça
naquele dia.
Estava um calor húmido, daqueles em que a transpiração cola a
roupa ao corpo e faz com que a água toque no corpo como um suave beijo frio.
É difícil não olhar para ela. Naquele dia ainda mais complicado, devido à troca de olhares. A retribuição de uma cobiça implícita torna o acto de ignorar a rajada de atracção um tarefa impossível. Além disso, havia demasiada humidade, electricidade e calor no ar. Tudo era uma ordem para despir, um comando implícito para que o corpo fosse descoberto.
As formas que se insinuavam debaixo do vestido desenhavam sombras gulosas no traço do corpo. Era um dia de calor, mas os mamilos estavam em luta acesa com o tecido tentando emergir por entre este, como pequenos montículos de vontade indómita. Podia imaginar a gota de suor que escorria languidamente por entre os volumes do peito, percorrendo a pele até ao umbigo num serpentear semelhante à exploração de uma pequena língua, chegando mesmo à zona púbica que antecedia o paraíso (ou inferno) quente da cona.
Estávamos no bar de uma piscina do hotel, mas a praia estava mesmo em frente, com o areal em contemplação dos edifícios pequenos que o cercavam. Faltavam ainda algumas horas para o por do sol, pelo que agarrei num copo de vodka absolut gelado e sai para o areal para clarear as ideias e dominar os gritos de exigência do corpo.
O mar calmo estava algo distanciado das casas. A maré baixa. andei
com a cabeça no ar durante cerca de uma hora, despindo a camisola e
pendurando-a no ombro. o vento era quente, mas a misericórdia do crepúsculo adivinhava-se. Pensei então em tirar toda a roupa e tomar banho no mar quente. Afinal de contas, não se via vivalma e mesmo que se visse, pelo menos ficava com os boxers justos que tinha, não fosse o diabo tecê-las.
Entrei no mar e nadei durante cerca de vinte minutos. A água parecia uma enorme língua suave, percorrendo com água cada contorno do corpo, inflamando a voz da tesão em vez de a acalmar. Olhei para baixo e havia uma curva distinta nos boxers, como resposta do corpo à teimosa obstinação da imaginação.
Saí da água algo incomodado com a voracidade do crescimento do meu
sexo. chegava a doer-me quando toquei na glande, vermelha e inchada, pronta a perder-se no que a pudesse abraçar humidamente. Fazia jus à palavra caralho, tal era a sua força e obstinação em permanecer rudemente erecto.
Mas deparei com uma surpresa complicada.
Não existe uma forma supostamente elegante de nos referirmos a ele, à sua prática, aos instrumentos (na falta de termo melhor). Mas a pensarmos bem, existe uma razão de ser para tal. Porque o sexo é fúria, é entrega, é um escorregar por caminhos próprios e alheios que ninguém sabe muito bem onde vai dar. E foi precisamente essa ideia que discutia em surdina na minha cabeça
naquele dia.
Estava um calor húmido, daqueles em que a transpiração cola a
roupa ao corpo e faz com que a água toque no corpo como um suave beijo frio.
É difícil não olhar para ela. Naquele dia ainda mais complicado, devido à troca de olhares. A retribuição de uma cobiça implícita torna o acto de ignorar a rajada de atracção um tarefa impossível. Além disso, havia demasiada humidade, electricidade e calor no ar. Tudo era uma ordem para despir, um comando implícito para que o corpo fosse descoberto.
As formas que se insinuavam debaixo do vestido desenhavam sombras gulosas no traço do corpo. Era um dia de calor, mas os mamilos estavam em luta acesa com o tecido tentando emergir por entre este, como pequenos montículos de vontade indómita. Podia imaginar a gota de suor que escorria languidamente por entre os volumes do peito, percorrendo a pele até ao umbigo num serpentear semelhante à exploração de uma pequena língua, chegando mesmo à zona púbica que antecedia o paraíso (ou inferno) quente da cona.
Estávamos no bar de uma piscina do hotel, mas a praia estava mesmo em frente, com o areal em contemplação dos edifícios pequenos que o cercavam. Faltavam ainda algumas horas para o por do sol, pelo que agarrei num copo de vodka absolut gelado e sai para o areal para clarear as ideias e dominar os gritos de exigência do corpo.
O mar calmo estava algo distanciado das casas. A maré baixa. andei
com a cabeça no ar durante cerca de uma hora, despindo a camisola e
pendurando-a no ombro. o vento era quente, mas a misericórdia do crepúsculo adivinhava-se. Pensei então em tirar toda a roupa e tomar banho no mar quente. Afinal de contas, não se via vivalma e mesmo que se visse, pelo menos ficava com os boxers justos que tinha, não fosse o diabo tecê-las.
Entrei no mar e nadei durante cerca de vinte minutos. A água parecia uma enorme língua suave, percorrendo com água cada contorno do corpo, inflamando a voz da tesão em vez de a acalmar. Olhei para baixo e havia uma curva distinta nos boxers, como resposta do corpo à teimosa obstinação da imaginação.
Saí da água algo incomodado com a voracidade do crescimento do meu
sexo. chegava a doer-me quando toquei na glande, vermelha e inchada, pronta a perder-se no que a pudesse abraçar humidamente. Fazia jus à palavra caralho, tal era a sua força e obstinação em permanecer rudemente erecto.
Mas deparei com uma surpresa complicada.

1 Comments:
Mas que merda de post é este, ó Perneta?!? Então tu autorizas que um gajo que só sabe esbodegar o zarolho com os cinco, venha para aqui escrever pseudo-porno-chachadas-romanciadas-de-cordel-cor-de-rosa?
Para mais, um gajo que assina "hermafrodita", não é carne, nem é peixe. Aliás, é mais peixe do que carne, porque de certeza que deve gostar que lhe enfiem o besunto no olho!
E, depois, esta crónica é do mais adolescente que há! Faz-me lembrar aqueles textos do www.sexualidades.com. No meu tempo, a malta lia mas era a Gina ou a Tânia, que isso ao menos tinha fotografias.
Quanto ao conteúdo do post: Herma, filho, gasta 20 eurozitos e paga a uma prostituta para te fazer um bico que ao menos já tens sobre o que escrever. Escusas de 'tar a inventar, cool?
By
Anonymous, At
2:47 PM
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