Crónicas de zaratrusta, O pinguim perneta e zarolho

Friday, July 30, 2004

Vou de férias! Weeee...

Venho só deixar aqui umas palavrinhas antes de meter a chave na ignição e "bazar" daqui para fora! estou farta de Lisboa e já era hora de me meter no carro e ir passar um mês inteirinho bem junto ao campo e praia. Vou até ao Meco (se me quiserem visitar é só dizer) e, depois de dia 21 vou pôr a mochila às costas, juntar-me com umas amigas e... aqui vamos nós pelos Algarves fora. Desejo então boas férias a todos aqueles que as vão ter. Um beijo enorme para todos vocês... Continuem a escrever e a maldizer.



BEIJOS da Catita***

A arte do cunnilingus

Lições de cunnilingus



Como tenho observado em diversas ocasiões da minha já longa existência, se há coisa de que as mulheres se queixam é da falta de qualidade do parceiro(a) na técnica oral. Sinto-me assim, energúmeno leitor, na obrigação de mais uma vez contribuir para a educação da maioria silenciosa e deficiente de boca e língua.



O cunnilingus, técnica inventada por um romano de seu nome Plinius Lambumus no século III a.c. surgiu, ao contrário do que possam pensar, por uma questão de sobrevivência. A legião, acampada na Gália, às portas de uma terra que hoje dá pelo nome de St. Tropez, já na altura zona de putedo, começava a dar sinais de enrabelas em excesso. Quando apareceu no dito acampamento uma mulher da vida, Marie Clintoris, desde logo encheu chouriço a mais de 100 homens. Ao Plinius tocou-lhe ser o 101º. A pachacha de Marie estava de tal modo atafulhada da meita dos predecessores, que Plinius teve que usar dedos e língua para desbaste até encontrar o buraco onde enfiar a dita. Marie gostou tanto da performance de Plinius, que este foi promovido a Sargento e o seu nome mudado para Plinius Cunnilingus.

Ora, meus amigos, a técnica do minete tem o que se lhe diga! Ao contrário do que a maioria pensa, um bom minete é uma arte, uma técnica de relaxamento que nem o Shiatsu consegue igualar.

Para bem se saber lamber uma pachacha é preciso ser meticuloso, metódico, paciente e apaixonado. Fica aqui a receita mais simples, a ver se as mulheres deste país começam a trazer sorrisos nos lábios… Da cara, claro!



Em primeiro lugar, a posição. Aconselho deitar a parceira em cima de uma cama de costas, flectindo as pernas para cima, a chamada posição de parturiente. Depois, e muito suavemente lamber de baixo para cima, com a língua a toda a largura, apanhando os grandes lábios. Repetir q.b.

Segundo, centrar a atenção no clítoris. Se não sabem onde é… dêem em panascas e podem ficar por aqui com a leitura! Ou então, perguntem-lhes! O clítoris deve ser visto como um mamilo. Façam-lhe o que fariam a um mamilo.

Terceiro, a penetração vaginal. Nunca se esquecendo do clítoris (podem usar a colaboração do polegar. Sê gentis, seus nabos!) façam o primeiro movimento em sentido descendente e penetrem o orifício conal devagarinho. Alterem a ordem dos pontos.

Quarto e toque final: com calma, levantem as pernas da dita até ficarem com o nariz dentro do orifício conal. Depois, massagem com a língua aquilo que têm à frente. Et voilá! É sucesso garantido. Claro que só vos transmito estes conhecimentos porque isto é como o futebol: toda a gente sabe como se joga, mas nem todos se chamam Pelé.





Wednesday, July 28, 2004

Oh Zé, dedico-te este poema...

Apesar de existirem algumas divergências entre nós, acho que vale sempre a pena tentar remediar as coisas e, respeitar cada um à sua maneira. E como alguém me disse que o "meu" amigo Zé gosta de poesia, deixo aqui este "piqueno" poema escrito por mim e, dedicado a essa tão ilustre personalidade, o Zé.



 

Cavalo 

 

Corjas de rosmaninhos queimados

Seduzem a criança de cabelo escarlate

Beijando levemente a pele nebulosa, virgem

Vento bruto, quente e sedento amante

Cai por terra, lânguida… a criança.

Sopros trementes, desassossegos quietos

Pernas robustas, pés juntos em cruz, sozinhos.

Um cavalo ao longe, de batalhas nascido

Crina reluzente, manchada de sangue

Corre, salta, trota em suspensas planícies

Um casco sobre o cabelo escarlate

Um bafejo inseguro e cansado…

O ouvido da criança, molhado em alento

Uma pinga de sangue, da crina… cai.

Um beijo de morte na face… cai.

Um traço quente, vermelho que desce

Toca no lábio, cores misturadas, aromas

A mão sobe, inerte movimento

A crina manchada, suave textura…

Coração pequeno, como amêndoa dourada

Bate fraco, sobre a terra plana e suja

Uma última pulsação, da criança

O toque na crina…

Branca, contadora de vitórias

Em sangue, testemunho de fins suplicantes.

A criança esquecida, de cabelo escarlate…



 



 

Tuesday, July 27, 2004

A mulher perfeita

Noutro dia em amena cavaqueira com a minha mais-que-tudo (sim, sou casado amigas... Peço desculpa pela confidência, mas podem sempre continuar a enfiar os dedinhos no grelo e a masturbarem-se a pensar no Zézito a meter-vos o marégrafo pelo cuzinho acima) confidenciava que, para mim, todas as mulheres eram lindas. Para além da arrochada com que de imediato fui presenteado nos colhões e depois de recuperar os sentidos e respirar fundo, pude explicar a minha teoria: todas as mulheres são lindas, porque todas elas têm atractivos muito especiais.



(Uma nota prévia: como todos os homens sabem, as mulheres não pensam. E quando o fazem, pensam mal. Pensam mal de nós, pensam mal das sogras, pensam que nós as enganamos mal desconfiam de alguma coisa... Enfim, pensam mal). Por isso, cinjo-me aqui ao aspecto físico da coisa, afinal o que interessa:



1. A mulher mamalhuda - tecnicamente, designa-se por mamalhuda uma mulher que tem um par de mamas suficientemente grande para matar um fodilhão por asfixia. É uma alegria ter uma mulher assim! Um homem pode mamalhar durante horas sem se distrair com outras coisas. Conheci uma mulher com um par de mamas de tal maneira grande que cheguei a ter o meu nome na secção de desaparecidos da Judite durante dois dias!



2. A mulher tábua raza - para quem tem uma mulher destas, meus amigos, a diversão é garantida. Um exemplo: imaginem virem-se para o queixo delas e ver a meita a percorrer a velocidade considerável todo o abdómen até se alojar proximalmente no monte de vénus. É um festival.



3. A mulher intermédia - é, igualmente, uma virtude, porque junta o bom dos dois mundos. Um conselho para os menos atentos. Primeiro chafurdem e só depois é que se venham, porque senão correm o risco de ficarem colados às glândulas mamárias e nunca mais de lá saem...



4. A mulher refegada - diz-se daquelas que tem sustança (vulgo refegos) suficiente para alimentar um homem durante várias horas. Uma mulher gorda é uma diversão, um prazer insaciável! Os homens que têm a sorte de foder diariamente (sim, porque se não o fazem é porque gostam de pegar de empurrão) uma mulher rechoncuda têm múltiplas oportunidades de diversão. Dois exemplos, para não ser exaustivo:

a) brincar à cabra-cega - primeiro, untem-lhe a cona com a língua. Depois, untem-lhe o rego com lubrificante; coloquem-na de gatas em cima da cama; uma mão em cada nalga e apertem. Depois, enfiem o nabo ao calhas no meio das nalgas. Nunca se sabe onde estão a enfiar! Podem sempre adicionar uma vertente financeira, ao fazerem aposta de onde vai entrar, se no cu, se na cona.

b) Bouncing bob - ou "bobó saltitante" em português. Num 69 invertido e com uma mão em cada nalga por dentro das pernas (ah, refegos!) façam flexões! É um espectáculo digno de ser filmado. Por favor, enviem os videos para ze_cona_s@hotmail.com. Obrigado.



5. A mulher magra - Lembram-se daqueles bonecos feitos de borracha com um arame por dentro? Pois, com uma mulher magra é possível fazer isso tudo! Convém é fodê-la muito para ir flexibilizando a musculatura. Dela, claro.



Como vês, energúmeno e apaneleirado leitor (senão, já sabias isto tudo), devemos dar graças a Alguém por ter criado a mulher em multiplicidade de formas. Por isso, se já tens uma, conserva-a (não vale a pena usar formol, faz mal à pele), apaparica-a, aproveita-a na sua plenitude, fode-a muito e principalmente nunca, mas nunca, desdenhes o que tens. É que corres o sério risco de um qualquer paneleiro achar que já tem o cu demasiado ovalizado e querer começar a experimentar uma mulher. Que pode ser a tua... E depois, o que é que tu vais fazer?









Eu quero ser uma Barbie!

Por entre inúmeras belas raparigas que conheço, existem 2 ou 3 que superam tudo aquilo que eu acharia impossível existir. São o modelo exacto de Barbie portuguesa, loira ou morena, tanto faz (depende do dia do mês porque, como uma boa Barbie, vão dezenas de vezes ao cabeleireiro mudar a cor do seu vistoso cabelo). Por entre sobrancelhas arranjadas e unhas pintadas e limadas (as suas malas mais parecem estojos de maquilhadoras e afins), lá vão passando os intermináveis 50 minutos de aulas que, para elas servem de descanso dos intervalos no período lectivo diário. Penso até que descansam mais durante as aulas... É vê-las correr para a porta da sala quando dá o esperado toque das 8h50... Fazem filas enormes na casa-de-banho para encherem a sua bela garrafita de água que, mesmo que esteja meio cheia, insistem em enchê-la até cima. Essas aulas de Bricolage, como a Querida Tina diz, são verdadeiros episódios de National Geographic. É emocionante vê-las actuar no seu habitat natural. Barbies, Barbies!!! Espelho??? Bem de primeira necessidade, imprescindível!

Friday, July 23, 2004

As mamas da Anita

As mamas da Anita daria com certeza um bom título para um daqueles livros ditos "lights", duma qualquer autora que, a mim me parecem pseudo intelectuais e "tiazorras" de alcofa. Poderia muito bem ser um título de um romance sobre uma amiga que tem umas mamas tão grandes, que mete inveja à "super-tia". Assim sendo, a "super-tia" decide fazer uma plástica e, implantar 10 litros de silicone, note-se, em cada mama! Com isto não quero dizer que as mamas da Anita sejam duas "meloas" bem abençoadas por Deus Nosso Senhor... mas também nao posso dizer que Ele lá no céu, foi pouco condescendente com a Anita. Graças a Ele nunca houve razão de queixa. Mas tenho impressão, meu querido Zé, que ao contrário de alguns que já passaram o seu membro robusto e potente pelo rego das mamas da Anita, o seu deixaria muito a desejar, tal seja o tamanho Extra-Small! Adiante... Estava eu a dizer que as mamas da Anita são bonitas de se ver, cabem na palma da mão, têm forma de pêra e, uns mamilos bem entumecidos (assim o seja necessário). Estou muito contente com elas, porque já as vi. Tenho por hábito vê-las todos os dias, em várias ocasiões. É que, eu e a Anita somos unha e carne, sempre juntas para qualquer sítio.

Adianto-lhe meu querido Zé, que as mamas da Anita nunca lhe seriam familiares, porque iguais às dela há poucas. Lembro-me até, uma noite ja há um tempo, numa discoteca de Lisboa, a Anita passar por entre a multidão e, um dos rapazolas meter literalmente o nariz no rego das mamas da bendita!

E pronto, são assim as mamas da Anita. Quando desejar mais informações sobre as mesmas, não hesite em perguntar.

para o meu querido pinguim perneta zarolho...

Gostei! Sinceramente gostei da minha apresentação, se bem que acho que por vezes, terá sido um pouco exagerada. A parte do cabedal preto não era suposto dizer... Bom, querido amigo, agradeço-te muito esse teu apreço pela minha pessoa, ainda que não me conheças pessoalmente. Também só tenho coisas boas a dizer a teu respeito, amigo! Como tu sabes que eu gosto de escrever poesia e, sabendo eu que adoras o mar e a água, deixo-te aqui dedicado um poema que escrevi ontem. Espero que gostes! Beijos...



P.S.: As inscrições para dono do meu coração encontram-se abertas... quem estiver interessado é favor contactar o pinguim perneta zarolho, porque é ele o meu "manager". Obrigada!



 

O peixe



Mar que trazes sobressaltos

Embainhados em ondas brancas

Sinceras danças almiscaradas

Correntes partidas em desafogo.



Marés escondidas por véus negros

Um sol escaldante desagua na água

Preso em pés descalços, nus…

Sal doce, algas amargas e choradas!



O peixe, aquele peixe, prateado

Salta, corre, nada sem força

A mão que o quer cobrir

Desaparece em ondas que vão.



Azul nunca foi, nem será

O sal é doce. Estranha verdade!

O peixe coberto pela mão,

O sobressalto que morre na areia.



Anita

Como cicerone deste bloguistão, como já vai ser hábito neste bloguistão conforme vão surgindo novos membros desta nobre comunidade eu vou procedendo às apresentações, para que todos os meninos se conheçam, já que o único ponto de contacto entre toda esta gente....isso mesmo este aqui vosso pinguím.



Então cá vai, a Ana é senhora que tem o maior coração do mundo, é do melhor que por aí há.

Conheci-a nestas lides cibernéticas, na realidade não nos conhecemos sem ser no mundo dos bits, já nos conhecemos ha algum tempo, de tal maneira que parece já ha bastante tempo, nem sei bem dizer o tempo prá aí 2 anos, ela tem estado sempre presente nos bons e menos bons momentos destes penso que 2 anos, tem servido de fiel depositário de todas as agruras e felicidades deste últimos tempos, tem escutado e puxado a orelha sempre que necessário, mas principalmente tem-se preocupado comigo, com os meus, com a luz dos meus olhos com os meus pais, com o emprego, ao fim ao cabo com tudo, tem sempre tempo para me ouvir, tem sempre uma palavra amiga e a ela eutenho uma divida de amizade que espero poder corresponder, obrigado Ana por tudo.



A Ana está a acabar uma formação em Marketing que muito brilhantemente tem tirado notas de 19 e 20 valores, brilhantemente porque ela é inteligentenssíma e tem uma enorme capacidade de trabalho digna de alguém realmente especial, que ainda por cima conseguiu sempre tempo para uma palavra amiga. Como diria o nosso amigo, Chico do talho responsável pelo forneciemento oficial de febras e outras iguarias só para carnivóros, dignos desse nome como os pinguins, a Ana tem boas entranhas.



De dia uma moça trabalhadoira, estudadoira, que cuida da avó doente, do afilhado, menino travesso, à noite no seu super bólide (acabadinho de sair na rifa, ou fruto de tao arduo trabalho durante o ano lectivo) podemos ver a Anita de preto e cabedal toda formosa....esta do cabedal é só para criar o ambiente.....solteirona, com o coração sem dono.....os candidatos que se perfilarem têm primeiro de passar por psicotécnicos e teste de personalidade é que esta menina é uma especie de joias da coroa e como as joias nao se entregam ao primeiro marmanjão que aparecer, tem de ser mesmo um HOMEM, com letra grande e não essas imitações de pujibeque, ou do chinês, tou mesmo a falar de um gajo recto, com tomates, tarado q.b., que ela merece alguém que pelo menos lhe chegue aos calcanhares.



Aqui fica uma ideia.

Thursday, July 22, 2004

A chegada do filho pródigo

Pois é, leitores "afemininados"como diria o nosso grande zézito, agora retornado dessas terras de Vera Cruz, preto que nem carvão, e com mais 15 kilinhos de tanto leite de coco e de levantar às 4 da tarde e zás com ele para a praia de areia imaculada e água do mar aí a uns 40º, camandro, isto é lá vida para um gajo "caralho".



Podia-se bem atribuir a autoria deste paragrafo ao nosso tao amado mas ausente camarada zezito, que só aqui para a gente levantava-se às 4 da tarde porque o cabrão do vizinho do lado passava a noite toda a rimbar em cima da mulata e nao o deixava pregar olho a noite toda....ou então também se pode referir os pesadelos que o nosso zézito tinha....é que as gajas naquela parte do Brasil, ainda conseguem ser mais feias e ter mais pelos do os gajos, pá aquela cena é medonha, tipo twilight zone, até me tou a arrepiar todo, mas pronto, foram as férias que se conseguiu ter este ano, talvez para o ano o cabrao do energumeno consiga uma semaninha de férias na Antártida com temperaturas de 40º, mas negativos a ver todas aquelas marmanjas a chocar os ovos, claro que me refiro às gajas pinguínas reais no meio da planicie antartica com as crias mais os cabroes dos cornudos dos gajos que pensam que aqueles seres peludos e brancos são suas crias......mas pronto isto fica para outra crónica



Seja benvido meu granda coirão e vai-te mas é catar, pá.

Um abraço

A pachacha ao longo dos tempos - O século XV

A História tem coisas do catano. É possível perceber a evolução da humanidade através do estudo recriado da pachacha, vulgo cona. Tal como os pelos faciais dos homens marcaram momentos de moda – é possível, verbis gratia, associar desde logo uma barba em leque ao império otomano - também a pintelheira feminina nos ajuda a compreender melhor as mutações temporais históricas que fizeram evoluir a humanidade. Aliás, estou absolutamente convencido, 100% seguro – como diria a Patrícia Cornwell sobre Walter Sickert e o Estripador, coitada – que todos os grandes momentos de viragem histórica se deram, porque as mulheres decidiram cortar as respectivas pintelheiras de maneira diferente. E não pense o energúmeno leitor que “como isso é possível?!? Uma mulher muda o corte pintelhal e a história muda!”. Ó meus amigos, não é uma: são todas! Uma mulher quando vai ao WC não vai sozinha, pois não? O que é que acham que vão as duas (ou mais) fazer? Claro que vão actualizar-se sobre o corte dos pintelhos da outra. Bom, considerandos à parte, aqui ficam alguns exemplos:



Século XV – a farfalhuda

O Século XV foi a transição entre a idade média e o Renascimento. De facto, em 1400 ainda se morria de peste negra como o caralho! E porquê? Porque as gajas tinham umas pintelheiras de tal modo farfalhudas que albergavam famílias de ratos inteiras! Ora pois é, meus amigos, se repararem no Nascimento de Vénus, do Sandro Botticelli em 1486, a gaja só tem cabelos na cabeça. A pintelheira, essa, estreitou de tal maneira, que é encoberta pelas tranças.  Por isso, o Século XV é também o do início do descobrimento da pachacha tipo relva aparada. Aliás, diz-se desta época "Renascimento" exactamente porque fez "renascer" o culto da pintelheira média. Ou onde é que acham que os fenícios foram inspirar-se para começar a fabricar tapetes perças?



Para a semana, falaremos da século XVI e o retrocesso que foi a descoberta da pachacha índia e da infeliz ideia que os portugueses tiveram em começar a levar pretos para o Brasil.







Thursday, July 08, 2004

O Rei da pornografia

Um dos maiores fodilhões que a história já conheceu, fundador da pornografia moderna como iremos demonstrar, nasceu em 1870 numa aldeola russa chamada Simbirsk. De seu nome Vladimir Ilyich Ulyanov, foi um dos gajos mais lunáticos que existiram ao cimo da terra, fruto de uma infância marcada pelas fodas em celeiros com temperaturas negativas. Não há picha que aguente entrar congelada no micro-ondas que é uma boa pachacha russa!



Como o Vladimir era um gajo que gostava de foder tudo o que lhe aparecesse à frente, foi enviado pelo Czar Alexandre III, a conselho de Konstantin Pobyedonostzev e de Mikhail Katkov, dois paneleiros que militavam na corte e que não fodiam ninguém, para a Sibéria. Numa de refrescar ideias, ‘tão a ver?



O pior é que o bom do Vladimir também fodeu tudo o que lhe apareceu à frente por aqueles lados. Aliás, gostou tanto da estadia, que quando subiu ao poder começou a mandar a malta toda para lá. De facto, a Sibéria tornou-se numa Costa da Caparica, mas com menos putas.



Seja como for e arrepiando caminho, o Vladimir chegou a mandar na Rússia toda até que bateu a pataleta em 21 de Janeiro de 1924. Durante esses anos foi de facto o rei da pornografia. Fodeu toda a gente que lhe apareceu pela frente, mesmo aqueles de quem não gostava! A esses fodia-os na Sibéria. Para os outros era uma verdadeira dominatrix: se não queriam foder, tirava-lhes a comida. Se fodiam demais, sem ser com ele, fodia-os logo. Mesmo aos mais chegados… Fodia-os constantemente. Até o melhor amigo, de seu nome Trostky, mando-o foder, porque não teve tomates para ser ele próprio. Ou então estava ocupado a foder outro qualquer! E depois não digam que não foi o inventor da pornografia!



Ah, é verdade, um último pormenor: o Vladimir Ulyanov ficou conhecido para a história como Vladimir Ilyich Lenine, ou simplesmente Lenine, para os amigos. O Lenny, ‘tão a ver?

Wednesday, July 07, 2004

Gostas de flores?

Às vezes pergunto-me porque razão me parecem as flores algo de tão normal, tão banal e vulgar. De entre milhares de pessoas devo ser a única que não lhes acha piada. Será por elas morrerem após dois dias dentro de uma jarra, será por serem um “objecto” vivo, inanimado e que larga o seu aroma por dezenas de metros de perímetro? Não sei. Não sei mesmo! Olho para elas e parecem-me, algo verde, com um caule, folhas, pétalas e, nada mais. Ali estão apenas uns centímetros de vida imóvel e de tão curta duração. É normal oferecer flores às mulheres e até aos homens. Já é moda oferecer flores aos homens mas, existem aqueles que acham essa ideia muito amaricada. Frustrados sexuais? Talvez. Uma flor, duas flores, um bouquet de flores. Diz-se que às mulheres só se devem dar flores em número ímpar e, tendo um qualquer objectivo traçado no que respeita à escolha das próprias. Cada uma tem um segredo, um significado. Não acredito em nada disso. Marketing, apenas isso. Uma forma de vender flores, fazendo das mulheres um ser parvo e exuberantemente feliz, apenas por receber um ramo das ditas cujas. Que imoralidade fazer das mulheres parvas. Que direito têm eles, os homens de fazer de nós parvas? Bom, só se faz de parva quem quer. Lembro-me de receber flores apenas… duas vezes. Sim, penso que foram duas vezes, não me lembro bem. Num aniversário e numa outra qualquer ocasião devidamente assinalada com um grande, mas digo mesmo grande, ramo de flores.

Chego o meu nariz à flor e inspiro aquele aroma floral de cada uma delas, dentro da sua espécie. Realmente é incontornável que cheiram bem. Bom, pelo menos algumas delas. Por vezes ponho-me a pensar como deve ser difícil para alguém que gosta realmente deste ser vivo, ser alérgico a tão bendito presente ou mero ornamento de decoração. Espirros monstruosos e sequenciados que quase lhes tiram o fôlego, que quase os mata. Deve ser muito aborrecido sofrer de tal incómodo. Flores?! Não, muito obrigada!

Sentido

Ontem, como em muitos outros dias, senti-me deprimida... Ainda não sei bem porquê. De vez em quando dá-me esta paranóia e, como é cada vez mais "fashion" estar-se deprimida, decidi escrever. Adoro escrever! E como me sentia inspirada (ou talvez não), saiu qualquer coisa como isto...







Sentido



Este sentir que me fere a alma

Rogado por frases laminais

Um sorriso fingido…

Ofuscado em suspiros perdidos.



O sentido do respirar, sufocar?

O sentido da vida, morrer?

O sentido de sermos o que não somos

O sentido que nos falta para sermos.



O que fazer? Parar?

O que fiz? Vivi?

O que faço? Limito os sonhos?

Faço o que não devia fazer!



Solidão impressa nos dias

Desespero, túmulo de vida

A minha vida, presa no túmulo

Os dias impressos em solidão.



Questiono o sentido

Um sopro quente basta

A alma ferida e morta

Que sem sentido sentiu…

Tuesday, July 06, 2004

Homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen

A Sofia era já uma velha cheia de crosta e pus quando bateu a pataleta. Senão, reparem que a dita ainda escrevia o próprio nome com “ph”, tipo pharmácia do século XIX, estão a ver?



Bom, a dita da senhora, uma das últimas personalidades nacionais que ainda pensavam mais do que fodiam, escreveu em tempos um poema a que deu o nome de Naquele Tempo. Aqui, o vosso amigo Zé, em sentida homenagem (antes ela do que eu), transcreve o dito e uma “piquena” sugestão de modernidade, de minha autoria. Cá vai cavadela:



Naquele Tempo

Sob o caramachão de glicínia lilaz

As abelhas e eu

Tontas de perfume

Lá no alto as abelhas

Doiradas e pequenas

Não se ocupavam de mim

Iam de flor em flor

E cá em baixo eu

Sentada no banco de azulejos

Entre penumbra e luz

Flor e perfume

Tão ávida como as abelhas




Abril de 98



Naquele Tempo Fodia-se pouco

Sob o caralhão de glande lilaz

Os tomates e eu

Tontos de cheiro a cona

Lá no alto as bocas

Doiradas e pequenas

Não se ocupavam de mim

Iam de piça em piça

E cá em baixo eu

Sentado no banco de azulejos

Entre penumbra e luz

picha e tomates

Tão ávido como as abelhas*




Junho de 04



* N.T. mantive as abelhas no final, por respeito à autora.

Friday, July 02, 2004

Pinguins Anónimos

Pinguins anónimos isto deve ser algum grupo de apoio de agarrados…..bom …bom bomm, vamos lá a ver a puta da conversa ou aqui este pinguim levado da breca, vos enche a marmita de porrada que é o que vocês meus grandas enegurmenos cheios de veneno merecem.

 

Bom então é assim os pinguins anónimos é uma nova modalidade de posts, como sabem só por convite é que se pode postar neste bloguistão, então como se trata de um espaço de livre arbítrio e de discussão de ideias, quem quiser colocar um post pode passar a fazê-lo sem precisar de ser um dos contribuidores oficiais, basta mandar um mail para o endereço pinguins-anonimos.1234@blogger.com a grande vantagem desta modalidade é que os posts são publicados instantaneamente e pimbas toda a gente pode publicar aqui no pinguim perneta.

 

 

Boas crónicas

 

O português nos transportes públicos

Os portugueses são, sem dúvida, uma raça com qualidades diversas e únicas. Comportam-se cada vez mais como animaizinhos fechados em jaulas, aos quais os visitantes atiram amendoins e tremoços. Podemos até compará-los a extraterrestres, seres de planetas distantes e desconhecidos. São cada vez mais escravos da rotina, tudo lhes serve, são conformistas por natureza e aceitam tudo como um bebé aceita um chupa-chupa. Aquelas figuras latinas que vemos todos os dias, com ânsia de chegar a todo o lado, a casa, ao emprego, ao supermercado, luta diariamente por melhores posições naquelas filas infindáveis do congestionamento social. Muitas vezes entro no Metro, de manhã cedinho e gosto de olhar em volta. Olho para a cara dos meus conterrâneos e penso com curiosidade na história de vida de cada um deles. Geralmente estão cabisbaixos, com uma expressão dura e distante da realidade. As suas mentes estão povoadas de problemas insignificantes que lhes moldam a vida. Por exemplo, aquela senhora loira, aquela, sim aquela que está sentada ali naquele banco, ao lado da porta, essa mesma, que estará a pensar? Pensa: “…ai que deixei a luz acesa, será que deixei a chaleira ao lume? Meu Deus, não tirei nada para o jantar…”. De repente paramos na estação da Praça de Espanha. Entra um sujeito, pelas feições deve ser angolano. O Metro vai cheio, ele aproxima-se de mim, cada vez mais depressa, começo a sentir um aroma que desperta o meu olfacto adormecido. Entro em pânico, vejo o homem esticar o braço à procura daquelas coisas penduradas no tecto da carruagem. Segura-se e o meu olfacto é invadido pelo odor corporal, característico das raças africanas. Como é Verão, o calor obriga-o a usar uma t-shirt de alças, revelando um forte arbusto de pêlos negros, suados, pingando de calor. Olho de novo em volta. Estudo mais uma vez o que se passa em meu redor. O meu olhar foca agora aquele senhor na casa dos cinquenta anos, bigode farfalhudo, camisa de manga curta abotoada a partir do umbigo para baixo, pêlos à mostra, decorados com um cordão de ouro herdado de gerações passadas. Ele pensa: “…eh lá, aquela gaja é mesmo boa, papava-a toda. Xiiiii, deve ser mesmo boa…”. Chego finalmente ao meu destino. Corro instintivamente para a porta. Saio com rapidez daquele mundo enigmático, sufocante. Sou eu, a minha vida volta ao normal. Esqueço tudo…

A senhora que não lava mais branco...

Por muitas vezes fico incumbida de ir buscar o meu querido afilhado à escola. Por volta das 17h30 (alguns dias por semana) meto-me a caminho. Geralmente durmo sempre uma sesta antes de o ir buscar. Moro num bairro tipicamente lisboeta, Carnide. Ao longo do caminho da escola, que faço a pé, passo por casas baixinhas, algumas delas quase em ruínas. Mas, não é isso que realmente me assusta. O que me assusta é aquela senhora que apanho quase sempre a estender a roupa. Ai! Valha-me Deus! Aqui no bairro todos sabemos que a tal senhora não joga com o baralho todo. A casa dela é rasteira, dando a sua porta directamente para a rua por onde todos nós passamos. É um autêntico pardieiro! Um curral que mete inveja a muitos currais medievais. Isto tudo pelo cheiro que vem lá de dentro, dos inúmeros cães que por lá passeiam, pela roupa e lixo acumulado ao longo de meses e meses de uma incrível labreguice e descuido. Não sei como é possível! Chego mesmo a achar que a senhora não tem água canalizada porque a vejo muitas vezes a ir ao chafariz, carregada de garrafões vazios. Luz eu sei que não tem, porque no Inverno, quando passava à porta para ir buscar o puto, via-se uma luz pouco clara, lá dentro, longe da vista dos transeuntes. Uma vela! Bom, hoje foi mais um dos dias que passei à sua porta e a vi, muito contente e orgulhosa a estender a sua roupinha. Olhei e pensei para mim "Decerto não usa Tide, nem Skip, nem Persil, muito menos usa Xau..." . Que cor horrível tinha aquela roupa. Encardida, suja, como se não tivesse visto um pingo de água ou sabão. Enfim, os caros leitores poderão nem achar nenhum piada ao meu relato, o certo é que... Eu também não. Em pleno século XXI, com Portugal na final do (antes malfadado mas agora bendito) Euro 2004, muitos bairros continuam a pertencer a peças de teatro medievais, onde o povo continua a ser o povo e, onde os nobres continuam a ser os nobres.

Novo Hino de Portugal - A fodilhona

Não sei se repararam mas os jogadores da nossa selecção - tirando o Deco, que é o único que não tem culpa - não sabem a Portuguesa. De facto, até à parte das Armas, só murmuram. E mesmo assim, mal.

Deixo, pois, aqui uma sugestão de nova letra para o Hino. Pode ser que esta decorem melhor:





A Fodilhona

Heróis da picha

Nobres cabrões

Tusa valente e

Viagra imortal



Levantai hoje de novo

Esse caralho descomunal

Entre os folhos

Da bardajona

Ó picha, sente-se a esporra

Dos teus egrégios pintelhos

Que nos hão-de levantar a tola



Às conas, ás conas

Sobre as mamas e sobre o cu



As conas, às conas

Com a picha lutar

Contr’ós entrefolhos marchar, marchar!

Portugalomania

Já não aguento mais tanta treta...



Os homens só vêem bola...

Andam com bandeiras de Portugal nos carros, bicicletas, tractores, camiões, atrelados e, pasmem-se, mas vi ontem, nos triciclos...

Só gostava de saber o que farão ao símbolo máximo da nossa amada Pátria após o Euro... gavetas, lixo, caixotes, porta-luvas.... para os confins do esquecimento até que a nossa integridade nacional seja colocada à prova novamente.



Quem nunca viu futebol, agora é fã acérrimo... sabe os nome dos jogadores da selecção nacional, quem marcou os golos, todos os jogos em que jogámos e melhor, os tempos de marcação e os melhores jogadores em campo...

Quando andamos na estrada, já não sabemos se nos apitam porque somos portugueses, por causa do jogo da noite anterior ou porque cortamos a saída ao camionista!!!



As mulheres só sabem vestir-se de vermelho e verde, ignorando por breves semanas o resto da paleta de cores... Arrrrgh!!!!

As cores deste Verão, minhas queridas, são os rosas, os azuis turquesa e o laranja.... Imaginem, que ontem, qual teenager inconsciente vesti-me de laranja!!! Nunca mais me lembrei que era a cor da selecção holandesa, com quem, aparentemente tínhamos jogado na noite a anterior e ganho!

Ignóbeis... já uma jovem não se pode vestir da cor que quer... e que, ainda por cima está na moda... sem que um “bando de aves raras” comece a fazer alusões desportivas e nacionalistas!



E as velhas???

É vê-las na estradas, janelas, passeios, quintais a gritar: «PORTUGAL»...

Até os animais de estimação sofrem com a portugalomania... os donos vestem os pobres bichos com as cores da bandeira e alguns trazem bandeirolas metidas nas fatiotas, qual ET’s....



Já não aguento mais tanta treta...

E quem lucra mais com isto??? Adivinham????

A SONAE.... o Continente, Modelo e Modelo Bonjour já venderam 750 mil bandeiras... e os cabrões do chineses com as bandeiras deles com pagodes...



Quão estúpidos somos...

Ao menos que a Moral que temos agora, que sirva para aguentar esta malvada crise até ao fim...

Que treta!

De Férias (Parte I)

" «Onde estás? Aparece... não faças isso... sabes que não gosto... Vem cá, vem!»

São estas as palavras que tenho memorizadas no meu consciente... no meu inconsciente, não sei, mas devem ser bastantes mais. Não te deves de lembrar do dia em que as disseste.

Estávamos de férias.

No Algarve, a tia tinha emprestado o apartamento por um mês e aproveitámo-lo ao máximo... durante a primeira semana não saímos... nunca!

Tinhamos sede um do outro e bebemo-nos até ao limite das nossas forças. Corremos as divisões, os electrodomésticos todos... às escuras, à meia-luz, às claras, com velas, gandearras antigas.... dizias que querias ver o contorno do meu rosto de todas as formas, para que, quando estivesses só te lembrasses, fosse qual fosse a intensidade da luz!

Achei belo e romântico e era contigo que ía casar...

Ao fim da semana, as provisões acabaram e corremos para ir buscar mais... foi intensa aquela hora!

Apesar de estarmos vestidos, tocávamo-nos como se estivessemos nus, pela casa, como sempre andámos... as pessoas nem se apercebiam da dor física no nosso corpo por não podermos possuirmo-nos ali mesmo! Era divertido...

No carro, enquanto conduzias, toquei-te e seduzi-te ao ponto de ficares imenso... e não resisti!

Fiz o que ainda chamas das maiores loucuras da tua vida... no rádio tocava "Mojo"



«Lady, hear me tonight... can you see you're my delight...

cross my feeling... this so right ....

as we dance by the moon light...

I feel love for the first time and I know that is true

I can tell by the look in your eyes...»



... e que até hoje, nos faz sorrir, cada vez que a ouvimos...

A música parecia que me dava o compasso e, enquanto o carro desliza pela avenida, a minha língua seguia o ritmo da música... e tu, instintivamente, acelaravas...

Não me dei ao trabalho de ter avisar do que ía fazer... quando te apercebes-te das minhas intenções, eu já te tinha atacado e já estava a matar minha sede do teu corpo...

Thursday, July 01, 2004

Este blog é o espelho do país

Este blog está a tornar-se num antro de putas da pior espécie, muito parecido com a Assembleia da República! Senão, vejamos:



1º. Aqui só há papo de cona;

2º. Os visitantes, tal como os deputados, vêm cá de vez em quando e não encontram nada de novo;

3º. Há para aqui uns residentes, tal como os deputados, que se queixam da puta da vida e coiso e tal a dar uma seca do caralho ao desgraçado do interlocutor;

4º. As gajas aparecem raramente e, quando o fazem, é só para lembrar que já andam a ser comidas por outro;

5º. A gerência (tal como o presidente da AR) não liga puto a isto e aparece muito raramente. Para além disso, não passam cartão aos clientes (deputados);

6º. Não há discussão. Ailás, por muito que o Zé (o Louçã, comparando) provoque os outros, ninguém liga. Ninguém quer, pode ou sabe discutir seja o que for. A oratória era para os gregos! Aliás, de gregos a malta só conhece a equipa de futebol.



Este blog é o espelho do país. Está tudo extasiado com 25 gajos (contando com os árbitros) a correr atrás de uma bola. Foda-se, se ainda fossem gajas, ainda se percebia, agora gajos?!?



Eu gravo as transmissões futebolísticas todas! Mas não pensem, paneleiros do caralho, que é para ver o jogo em si. Não, energúmenos, é para ver em slow motion as gajas do público aos saltos a gritarem não sabem bem o quê, a não perceberem nada do que se está a passar no campo. Mas, foda-se, ao menos vão à bola – que está na moda – e estão sempre com as glândulas mamárias para cima e para baixo, que é isso que o meu povo gosta!



Vão para o caralho, meus cabrões, que eu vou de férias!

Primeiro Encontro (fim)

Assim fiz até que ela começou a mover as ancas, em movimento ritmados. Tivera sorte e encontrara não só o clítoris, como a forma que ela gostava que eu o lambesse. Além de tudo, o sabor a chocolate era inebriante, aumentando a pulsão para a devorar completamente.

Fui lambendo até que ela iniciou um grito, uma espécie de som alto e contínuo, explodindo num orgasmo, enquanto em me deleitava com o sabor do

chocolate e dos sumos da sua cona.

" Estou a vir-me! Consegues sentir o sabor? Estou a vir-me, a vir-me toda!!!"

Ela rapidamente desceu e voltou a chupar-me o caralho, até que num movimento rápido, deu-me a cona e senti que estava dentro de um universo de sensações, ao fodê-la finalmente, que não seria capaz de descrever. Ela

como sentir o prazer em rajadas tão grandes que não havia maneira de o gerir dentro de mim.

Ela montava-me e pedia que eu a fodesse, enquanto eu lambia o chocolate dos mamilos, engolfando-os, sentido o doce misturado com o sabor da pele.

" Fode-me! Come-me completamente, sente o sabor! Sentes o sabor?"

Eu não podia responder, perdida que tinha a boca na pele dela, na língua , no peito e mamilos.

Mas o tempo aproximava-se. Ela arqueava as costas, dando-me a sentir o toque dos grandes lábios na base do meu caralho, que implorava pela descarga, pelo alívio e rebentamento do orgasmo.

E foi quando ela me revelou que se vinha novamente, que avisei que a acompanharia, ao que ela se ergueu, e virou de costas.

A canzana foi de enlouquecer, com ela numa posição animal , dando-me o chocolate a lamber das suas costas e pescoço, enquanto se vinha totalmente, gritando novamente para que fodesse até ao fim, que a fizesse vir.

Após ela vir-se, disse-lhe que não aguentaria mais, e ela saiu novamente dirigiu-se ao frasco.

Havia uma réstia de chocolate, que ela despejou no meu sexo, já numa tesão roxa e de tal forma intumescida que pensei que rebentaria.

Foi então que o chupou de tal forma que num ápice me vim, rugindo por dentro como pedras a cair por uma pedreira baixo ou uma avalanche violenta, e ela misturou o sémen com o chocolate, chupando até que não mais havia.

Abracei-a no final e ficamos ali, nus, numa noite de calor tórrido, embebidos em suor, chocolate e sexo, celebrando a glória do corpo, o poder da imaginação e o gozo da festa erótica do corpo e dos sentidos.



Mais tarde voltamos ao bar do hotel, trocando os números de quarto.

A cena repetiu-se no dia seguinte e durante o resto da semana, até que ela partiu de volta para Portugal, dando-me um número de telefone e finalmente o seu nome. Cristina.

Quando voltei, liguei para as informações para saber a morada daquele numero de telefone.

A senhora das informações revelou-me que se tratava do número de telefone da sede de uma empresa de chocolates e derivados, a "Gluten" - (nome fictício)

Mas o mais engraçado de tudo, depois de lhe ter telefonado, foi um anúncio na internet, que vi enquanto navegava, e que fazia o seguinte apelo:



" Novo body-chocolat. Uma nova forma se saborear chocolate".



Tive uma gargalhado sonora e então liguei-lhe.



A empresa lançou entretanto mais produtos com o passar dos meses.



E fui sempre convidado a testá-los. Os novos e os mais antigos."