Assim fiz até que ela começou a mover as ancas, em movimento ritmados. Tivera sorte e encontrara não só o clítoris, como a forma que ela gostava que eu o lambesse. Além de tudo, o sabor a chocolate era inebriante, aumentando a pulsão para a devorar completamente.
Fui lambendo até que ela iniciou um grito, uma espécie de som alto e contínuo, explodindo num orgasmo, enquanto em me deleitava com o sabor do
chocolate e dos sumos da sua cona.
" Estou a vir-me! Consegues sentir o sabor? Estou a vir-me, a vir-me toda!!!"
Ela rapidamente desceu e voltou a chupar-me o caralho, até que num movimento rápido, deu-me a cona e senti que estava dentro de um universo de sensações, ao fodê-la finalmente, que não seria capaz de descrever. Ela
como sentir o prazer em rajadas tão grandes que não havia maneira de o gerir dentro de mim.
Ela montava-me e pedia que eu a fodesse, enquanto eu lambia o chocolate dos mamilos, engolfando-os, sentido o doce misturado com o sabor da pele.
" Fode-me! Come-me completamente, sente o sabor! Sentes o sabor?"
Eu não podia responder, perdida que tinha a boca na pele dela, na língua , no peito e mamilos.
Mas o tempo aproximava-se. Ela arqueava as costas, dando-me a sentir o toque dos grandes lábios na base do meu caralho, que implorava pela descarga, pelo alívio e rebentamento do orgasmo.
E foi quando ela me revelou que se vinha novamente, que avisei que a acompanharia, ao que ela se ergueu, e virou de costas.
A canzana foi de enlouquecer, com ela numa posição animal , dando-me o chocolate a lamber das suas costas e pescoço, enquanto se vinha totalmente, gritando novamente para que fodesse até ao fim, que a fizesse vir.
Após ela vir-se, disse-lhe que não aguentaria mais, e ela saiu novamente dirigiu-se ao frasco.
Havia uma réstia de chocolate, que ela despejou no meu sexo, já numa tesão roxa e de tal forma intumescida que pensei que rebentaria.
Foi então que o chupou de tal forma que num ápice me vim, rugindo por dentro como pedras a cair por uma pedreira baixo ou uma avalanche violenta, e ela misturou o sémen com o chocolate, chupando até que não mais havia.
Abracei-a no final e ficamos ali, nus, numa noite de calor tórrido, embebidos em suor, chocolate e sexo, celebrando a glória do corpo, o poder da imaginação e o gozo da festa erótica do corpo e dos sentidos.
Mais tarde voltamos ao bar do hotel, trocando os números de quarto.
A cena repetiu-se no dia seguinte e durante o resto da semana, até que ela partiu de volta para Portugal, dando-me um número de telefone e finalmente o seu nome. Cristina.
Quando voltei, liguei para as informações para saber a morada daquele numero de telefone.
A senhora das informações revelou-me que se tratava do número de telefone da sede de uma empresa de chocolates e derivados, a "Gluten" - (nome fictício)
Mas o mais engraçado de tudo, depois de lhe ter telefonado, foi um anúncio na internet, que vi enquanto navegava, e que fazia o seguinte apelo:
" Novo body-chocolat. Uma nova forma se saborear chocolate".
Tive uma gargalhado sonora e então liguei-lhe.
A empresa lançou entretanto mais produtos com o passar dos meses.
E fui sempre convidado a testá-los. Os novos e os mais antigos."