Crónicas de zaratrusta, O pinguim perneta e zarolho

Friday, July 30, 2004

A arte do cunnilingus

Lições de cunnilingus



Como tenho observado em diversas ocasiões da minha já longa existência, se há coisa de que as mulheres se queixam é da falta de qualidade do parceiro(a) na técnica oral. Sinto-me assim, energúmeno leitor, na obrigação de mais uma vez contribuir para a educação da maioria silenciosa e deficiente de boca e língua.



O cunnilingus, técnica inventada por um romano de seu nome Plinius Lambumus no século III a.c. surgiu, ao contrário do que possam pensar, por uma questão de sobrevivência. A legião, acampada na Gália, às portas de uma terra que hoje dá pelo nome de St. Tropez, já na altura zona de putedo, começava a dar sinais de enrabelas em excesso. Quando apareceu no dito acampamento uma mulher da vida, Marie Clintoris, desde logo encheu chouriço a mais de 100 homens. Ao Plinius tocou-lhe ser o 101º. A pachacha de Marie estava de tal modo atafulhada da meita dos predecessores, que Plinius teve que usar dedos e língua para desbaste até encontrar o buraco onde enfiar a dita. Marie gostou tanto da performance de Plinius, que este foi promovido a Sargento e o seu nome mudado para Plinius Cunnilingus.

Ora, meus amigos, a técnica do minete tem o que se lhe diga! Ao contrário do que a maioria pensa, um bom minete é uma arte, uma técnica de relaxamento que nem o Shiatsu consegue igualar.

Para bem se saber lamber uma pachacha é preciso ser meticuloso, metódico, paciente e apaixonado. Fica aqui a receita mais simples, a ver se as mulheres deste país começam a trazer sorrisos nos lábios… Da cara, claro!



Em primeiro lugar, a posição. Aconselho deitar a parceira em cima de uma cama de costas, flectindo as pernas para cima, a chamada posição de parturiente. Depois, e muito suavemente lamber de baixo para cima, com a língua a toda a largura, apanhando os grandes lábios. Repetir q.b.

Segundo, centrar a atenção no clítoris. Se não sabem onde é… dêem em panascas e podem ficar por aqui com a leitura! Ou então, perguntem-lhes! O clítoris deve ser visto como um mamilo. Façam-lhe o que fariam a um mamilo.

Terceiro, a penetração vaginal. Nunca se esquecendo do clítoris (podem usar a colaboração do polegar. Sê gentis, seus nabos!) façam o primeiro movimento em sentido descendente e penetrem o orifício conal devagarinho. Alterem a ordem dos pontos.

Quarto e toque final: com calma, levantem as pernas da dita até ficarem com o nariz dentro do orifício conal. Depois, massagem com a língua aquilo que têm à frente. Et voilá! É sucesso garantido. Claro que só vos transmito estes conhecimentos porque isto é como o futebol: toda a gente sabe como se joga, mas nem todos se chamam Pelé.





1 Comments:

  • Mas que descrição tão meticulosa... Tão meticulosa que, bom... Aqui a Anita até ficou entusiasmada e nostálgica quanto às recordações de belos momentos "cunnilinguais" que passou. Concordo plenamente com o meu amigo Zé quando diz que nem todos são como o Pelé. Encontra-se com cada um, que até parecem dois. Acho que existem ainda muitos homens que não sabem que o clitóris é das zonas mais sensíveis da mulher. O segredo mora quase todo aí, nesse pequeno sininho, que dá as horas quando menos se espera. É vê-lo abanar quando se têm pensamentos pecaminosos, que nos levam a...

    By Anonymous Anonymous, At 4:28 PM  

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