A arte do cunnilingus
Lições de cunnilingus
Como tenho observado em diversas ocasiões da minha já longa existência, se há coisa de que as mulheres se queixam é da falta de qualidade do parceiro(a) na técnica oral. Sinto-me assim, energúmeno leitor, na obrigação de mais uma vez contribuir para a educação da maioria silenciosa e deficiente de boca e língua.
O cunnilingus, técnica inventada por um romano de seu nome Plinius Lambumus no século III a.c. surgiu, ao contrário do que possam pensar, por uma questão de sobrevivência. A legião, acampada na Gália, às portas de uma terra que hoje dá pelo nome de St. Tropez, já na altura zona de putedo, começava a dar sinais de enrabelas em excesso. Quando apareceu no dito acampamento uma mulher da vida, Marie Clintoris, desde logo encheu chouriço a mais de 100 homens. Ao Plinius tocou-lhe ser o 101º. A pachacha de Marie estava de tal modo atafulhada da meita dos predecessores, que Plinius teve que usar dedos e língua para desbaste até encontrar o buraco onde enfiar a dita. Marie gostou tanto da performance de Plinius, que este foi promovido a Sargento e o seu nome mudado para Plinius Cunnilingus.
Ora, meus amigos, a técnica do minete tem o que se lhe diga! Ao contrário do que a maioria pensa, um bom minete é uma arte, uma técnica de relaxamento que nem o Shiatsu consegue igualar.
Para bem se saber lamber uma pachacha é preciso ser meticuloso, metódico, paciente e apaixonado. Fica aqui a receita mais simples, a ver se as mulheres deste país começam a trazer sorrisos nos lábios… Da cara, claro!
Em primeiro lugar, a posição. Aconselho deitar a parceira em cima de uma cama de costas, flectindo as pernas para cima, a chamada posição de parturiente. Depois, e muito suavemente lamber de baixo para cima, com a língua a toda a largura, apanhando os grandes lábios. Repetir q.b.
Segundo, centrar a atenção no clítoris. Se não sabem onde é… dêem em panascas e podem ficar por aqui com a leitura! Ou então, perguntem-lhes! O clítoris deve ser visto como um mamilo. Façam-lhe o que fariam a um mamilo.
Terceiro, a penetração vaginal. Nunca se esquecendo do clítoris (podem usar a colaboração do polegar. Sê gentis, seus nabos!) façam o primeiro movimento em sentido descendente e penetrem o orifício conal devagarinho. Alterem a ordem dos pontos.
Quarto e toque final: com calma, levantem as pernas da dita até ficarem com o nariz dentro do orifício conal. Depois, massagem com a língua aquilo que têm à frente. Et voilá! É sucesso garantido. Claro que só vos transmito estes conhecimentos porque isto é como o futebol: toda a gente sabe como se joga, mas nem todos se chamam Pelé.
Como tenho observado em diversas ocasiões da minha já longa existência, se há coisa de que as mulheres se queixam é da falta de qualidade do parceiro(a) na técnica oral. Sinto-me assim, energúmeno leitor, na obrigação de mais uma vez contribuir para a educação da maioria silenciosa e deficiente de boca e língua.
O cunnilingus, técnica inventada por um romano de seu nome Plinius Lambumus no século III a.c. surgiu, ao contrário do que possam pensar, por uma questão de sobrevivência. A legião, acampada na Gália, às portas de uma terra que hoje dá pelo nome de St. Tropez, já na altura zona de putedo, começava a dar sinais de enrabelas em excesso. Quando apareceu no dito acampamento uma mulher da vida, Marie Clintoris, desde logo encheu chouriço a mais de 100 homens. Ao Plinius tocou-lhe ser o 101º. A pachacha de Marie estava de tal modo atafulhada da meita dos predecessores, que Plinius teve que usar dedos e língua para desbaste até encontrar o buraco onde enfiar a dita. Marie gostou tanto da performance de Plinius, que este foi promovido a Sargento e o seu nome mudado para Plinius Cunnilingus.
Ora, meus amigos, a técnica do minete tem o que se lhe diga! Ao contrário do que a maioria pensa, um bom minete é uma arte, uma técnica de relaxamento que nem o Shiatsu consegue igualar.
Para bem se saber lamber uma pachacha é preciso ser meticuloso, metódico, paciente e apaixonado. Fica aqui a receita mais simples, a ver se as mulheres deste país começam a trazer sorrisos nos lábios… Da cara, claro!
Em primeiro lugar, a posição. Aconselho deitar a parceira em cima de uma cama de costas, flectindo as pernas para cima, a chamada posição de parturiente. Depois, e muito suavemente lamber de baixo para cima, com a língua a toda a largura, apanhando os grandes lábios. Repetir q.b.
Segundo, centrar a atenção no clítoris. Se não sabem onde é… dêem em panascas e podem ficar por aqui com a leitura! Ou então, perguntem-lhes! O clítoris deve ser visto como um mamilo. Façam-lhe o que fariam a um mamilo.
Terceiro, a penetração vaginal. Nunca se esquecendo do clítoris (podem usar a colaboração do polegar. Sê gentis, seus nabos!) façam o primeiro movimento em sentido descendente e penetrem o orifício conal devagarinho. Alterem a ordem dos pontos.
Quarto e toque final: com calma, levantem as pernas da dita até ficarem com o nariz dentro do orifício conal. Depois, massagem com a língua aquilo que têm à frente. Et voilá! É sucesso garantido. Claro que só vos transmito estes conhecimentos porque isto é como o futebol: toda a gente sabe como se joga, mas nem todos se chamam Pelé.

1 Comments:
Mas que descrição tão meticulosa... Tão meticulosa que, bom... Aqui a Anita até ficou entusiasmada e nostálgica quanto às recordações de belos momentos "cunnilinguais" que passou. Concordo plenamente com o meu amigo Zé quando diz que nem todos são como o Pelé. Encontra-se com cada um, que até parecem dois. Acho que existem ainda muitos homens que não sabem que o clitóris é das zonas mais sensíveis da mulher. O segredo mora quase todo aí, nesse pequeno sininho, que dá as horas quando menos se espera. É vê-lo abanar quando se têm pensamentos pecaminosos, que nos levam a...
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Anonymous, At
4:28 PM
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