Gostas de flores?
Às vezes pergunto-me porque razão me parecem as flores algo de tão normal, tão banal e vulgar. De entre milhares de pessoas devo ser a única que não lhes acha piada. Será por elas morrerem após dois dias dentro de uma jarra, será por serem um “objecto” vivo, inanimado e que larga o seu aroma por dezenas de metros de perímetro? Não sei. Não sei mesmo! Olho para elas e parecem-me, algo verde, com um caule, folhas, pétalas e, nada mais. Ali estão apenas uns centímetros de vida imóvel e de tão curta duração. É normal oferecer flores às mulheres e até aos homens. Já é moda oferecer flores aos homens mas, existem aqueles que acham essa ideia muito amaricada. Frustrados sexuais? Talvez. Uma flor, duas flores, um bouquet de flores. Diz-se que às mulheres só se devem dar flores em número ímpar e, tendo um qualquer objectivo traçado no que respeita à escolha das próprias. Cada uma tem um segredo, um significado. Não acredito em nada disso. Marketing, apenas isso. Uma forma de vender flores, fazendo das mulheres um ser parvo e exuberantemente feliz, apenas por receber um ramo das ditas cujas. Que imoralidade fazer das mulheres parvas. Que direito têm eles, os homens de fazer de nós parvas? Bom, só se faz de parva quem quer. Lembro-me de receber flores apenas… duas vezes. Sim, penso que foram duas vezes, não me lembro bem. Num aniversário e numa outra qualquer ocasião devidamente assinalada com um grande, mas digo mesmo grande, ramo de flores.
Chego o meu nariz à flor e inspiro aquele aroma floral de cada uma delas, dentro da sua espécie. Realmente é incontornável que cheiram bem. Bom, pelo menos algumas delas. Por vezes ponho-me a pensar como deve ser difícil para alguém que gosta realmente deste ser vivo, ser alérgico a tão bendito presente ou mero ornamento de decoração. Espirros monstruosos e sequenciados que quase lhes tiram o fôlego, que quase os mata. Deve ser muito aborrecido sofrer de tal incómodo. Flores?! Não, muito obrigada!
Chego o meu nariz à flor e inspiro aquele aroma floral de cada uma delas, dentro da sua espécie. Realmente é incontornável que cheiram bem. Bom, pelo menos algumas delas. Por vezes ponho-me a pensar como deve ser difícil para alguém que gosta realmente deste ser vivo, ser alérgico a tão bendito presente ou mero ornamento de decoração. Espirros monstruosos e sequenciados que quase lhes tiram o fôlego, que quase os mata. Deve ser muito aborrecido sofrer de tal incómodo. Flores?! Não, muito obrigada!

2 Comments:
Ó Perneta, e tu deixas que se publique este post? Olha que conheço uma pessoa que, quando o ler, te vai enviar um ramos de rosas pelo cu acima. E sem lhes tirar os espinhos!
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Anonymous, At
2:17 PM
Ai, caramba!!! Faço das minhas palavras as abençoadas palavras do meu amigo Zé... quer dizer... aquela parte do "cu" é dispensável, mas é muito ilustrativa do que te pode acontecer, é verdade...
Relativamente a esta Anita, tenho curiosidade numa coisa: tem algum grau de parentesco com os Irmãos Catita?...
Já agora bem vinda a este humilde e mal educado (tem dias) Blog.
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Anonymous, At
3:31 PM
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