Crónicas de zaratrusta, O pinguim perneta e zarolho

Friday, July 23, 2004

para o meu querido pinguim perneta zarolho...

Gostei! Sinceramente gostei da minha apresentação, se bem que acho que por vezes, terá sido um pouco exagerada. A parte do cabedal preto não era suposto dizer... Bom, querido amigo, agradeço-te muito esse teu apreço pela minha pessoa, ainda que não me conheças pessoalmente. Também só tenho coisas boas a dizer a teu respeito, amigo! Como tu sabes que eu gosto de escrever poesia e, sabendo eu que adoras o mar e a água, deixo-te aqui dedicado um poema que escrevi ontem. Espero que gostes! Beijos...



P.S.: As inscrições para dono do meu coração encontram-se abertas... quem estiver interessado é favor contactar o pinguim perneta zarolho, porque é ele o meu "manager". Obrigada!



 

O peixe



Mar que trazes sobressaltos

Embainhados em ondas brancas

Sinceras danças almiscaradas

Correntes partidas em desafogo.



Marés escondidas por véus negros

Um sol escaldante desagua na água

Preso em pés descalços, nus…

Sal doce, algas amargas e choradas!



O peixe, aquele peixe, prateado

Salta, corre, nada sem força

A mão que o quer cobrir

Desaparece em ondas que vão.



Azul nunca foi, nem será

O sal é doce. Estranha verdade!

O peixe coberto pela mão,

O sobressalto que morre na areia.



2 Comments:

  • Gostei, bis, bis

    Parabens

    By Anonymous Anonymous, At 3:51 PM  

  • Anita, tomei a liberdade de fazer algumas alterações ao teu poema. É que depois de o ler e reler - e como sou um reles ignorante - achei que não fazia muito sentido. Acho que assim tem mais a haver com o Pinguim. Lambidelas na xoxota, deste teu admirador,


    A picha

    Tomates que trazes sobressaltados
    Embainhados em cuecas brancas
    Sinceras danças almiscaradas
    sloggies rasgadas em desafogo.

    conas escondidas por véus negros (os pintelhos)
    Uma meita escaldante desagua na cona
    cola-se em pés descalços, nus…
    Cona doce, lábios amargos e molhados!

    A picha, aquela pixa, encarnada
    Salta, fode, nada sem força
    A mão que a quer cobrir
    Desaparece em masturbações que vêm.

    Azul nunca foi, nem será
    A cona é doce. Estranha verdade!
    A picha coberta pela mão,
    O sobressalto que morre no aborto.

    By Anonymous Anonymous, At 5:38 PM  

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