para o meu querido pinguim perneta zarolho...
Gostei! Sinceramente gostei da minha apresentação, se bem que acho que por vezes, terá sido um pouco exagerada. A parte do cabedal preto não era suposto dizer... Bom, querido amigo, agradeço-te muito esse teu apreço pela minha pessoa, ainda que não me conheças pessoalmente. Também só tenho coisas boas a dizer a teu respeito, amigo! Como tu sabes que eu gosto de escrever poesia e, sabendo eu que adoras o mar e a água, deixo-te aqui dedicado um poema que escrevi ontem. Espero que gostes! Beijos...
P.S.: As inscrições para dono do meu coração encontram-se abertas... quem estiver interessado é favor contactar o pinguim perneta zarolho, porque é ele o meu "manager". Obrigada!
O peixe
Mar que trazes sobressaltos
Embainhados em ondas brancas
Sinceras danças almiscaradas
Correntes partidas em desafogo.
Marés escondidas por véus negros
Um sol escaldante desagua na água
Preso em pés descalços, nus…
Sal doce, algas amargas e choradas!
O peixe, aquele peixe, prateado
Salta, corre, nada sem força
A mão que o quer cobrir
Desaparece em ondas que vão.
Azul nunca foi, nem será
O sal é doce. Estranha verdade!
O peixe coberto pela mão,
O sobressalto que morre na areia.
P.S.: As inscrições para dono do meu coração encontram-se abertas... quem estiver interessado é favor contactar o pinguim perneta zarolho, porque é ele o meu "manager". Obrigada!
O peixe
Mar que trazes sobressaltos
Embainhados em ondas brancas
Sinceras danças almiscaradas
Correntes partidas em desafogo.
Marés escondidas por véus negros
Um sol escaldante desagua na água
Preso em pés descalços, nus…
Sal doce, algas amargas e choradas!
O peixe, aquele peixe, prateado
Salta, corre, nada sem força
A mão que o quer cobrir
Desaparece em ondas que vão.
Azul nunca foi, nem será
O sal é doce. Estranha verdade!
O peixe coberto pela mão,
O sobressalto que morre na areia.

2 Comments:
Gostei, bis, bis
Parabens
By
Anonymous, At
3:51 PM
Anita, tomei a liberdade de fazer algumas alterações ao teu poema. É que depois de o ler e reler - e como sou um reles ignorante - achei que não fazia muito sentido. Acho que assim tem mais a haver com o Pinguim. Lambidelas na xoxota, deste teu admirador,
Zé
A picha
Tomates que trazes sobressaltados
Embainhados em cuecas brancas
Sinceras danças almiscaradas
sloggies rasgadas em desafogo.
conas escondidas por véus negros (os pintelhos)
Uma meita escaldante desagua na cona
cola-se em pés descalços, nus…
Cona doce, lábios amargos e molhados!
A picha, aquela pixa, encarnada
Salta, fode, nada sem força
A mão que a quer cobrir
Desaparece em masturbações que vêm.
Azul nunca foi, nem será
A cona é doce. Estranha verdade!
A picha coberta pela mão,
O sobressalto que morre no aborto.
By
Anonymous, At
5:38 PM
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