Manifesto Anti-Tias
Para o leitor menos atento, é claro que eu não me refiro às minhas 5 tias, a minha tia Ermengarda, Felisberta, - Marcolina que Deus a tenha em descanso, refiro-me sim às tias Bitá, Milita, Pitá, Dadá e coisas do género.
Não é do conhecimento geral, mas emergiu nos últimos anos uma organização secreta, chamada as Tias de Portugal que se tem espalhado e diversificado como uma doença que vai corroendo e carquilhando o tecido vivo da nossa sociedade, atravessando transversalmente a sociedade passando por todas as classes e profissões tal é a gravidade da situação que me vejo obrigado a denunciar tal coisa aqui neste espaço de liberdade e pluridade, a que tantos nos habituámos, aqui no Pinguim.
Alguns estudiosos do assunto referem que tias sempre houve desde o alvorar da raça humana mas a verdade é que as coisas só se agudizaram e levaram a tão gravosa epidemia, a partir do inicio dos anos 80, embora se possa referir que o agente virulento já se cá encontrava no nossa querida casa a partir do incidente de Rosewell, para quem não sabe Rosewell (no deserto do Novo México, nos Estados Unidos, durante a década de 50) foi o local onde um ovni - objecto voador não identificado, despenhou-se no deserto perto de Roswell, esse veículo mais tarde apurou-se que se tratava de um veículo extraterrestre, tripulado por extraterrestes, com os nomes de código de Lili Caneças, Cinha Jardim e Bitá qualquer coisa, foram estes a primeira vaga que preparam o caminho para as vagas seguintes.
Estamos a ser invadidos por uma raça extraterrestre que nos vai domesticando e substituindo por cópias, ora vejam, a doença tem-se espandido a olhos vistos todos nós assistimos diáriamente a esta situação sem nada fazer, todos nós somos culpados por ficar passivos a assistir a esta situação sem nada dizer, A vitória do mal, não depende das pessoas más, mas sim nas pessoas boas e justas calarem-se e nada fazer para impedir a barbárie.
Eu até me arrepio sempre que oiço as palavras, "...oiça lá....", ou "....olhe lá...." ou então aquele sotaque primáriamente tia, em que se assiste a uma mulher que não tem onde cair morta e que começa o seguinte diálogo "(...)sabe eu no tempo em que andei a apanhar morangos(...)" e depois continua, é sobrehumano fiquei sem pinga de sangue.
Eu próprio todos os dias tenho de lutar pela minha alma, ainda hoje aconteceu uma situação que atemorizou, me deixou sem sangue, uma dessas tias de quinta vaga, atravessou o seu audi no passeio que eu percorria na hora de almoço, eu que não tinha ainda tomado o meu café a seguir ao almoço, muito massado, levantei muito levemente as mãos em sinal de protesto por ela ter parado no meio do passeio, não me permitindo passar sem ter de parar, ora o passeio como todos sabemos é percurso de peões e nao de carros, então não é que aquela imitação de terceira, aquela pseudo tia de uma figa, a julgar que isto é tudo dela e que eu sou algum servo dela, achou-se no direito de baixar o vidro e dizer aos gritos e de uma forma ironica "....desculpe...desculpe" irritadissima, por aquele enegrumeno da plebe todo cheio de germes e micróbios levantou uns centimetros as suas maozinhas, ...ao que horrrore onde o mundo vai parar, e eu em vez de tirar a garrafa de tintol, mandá-la levar no olho do c* e atirar-lhe com a garrafa vazia - depois de previamente emborcada a vermelha mistela que foi martelada com liquido refrigerante e um pouco de um qualquer coktail de quimicos industriais - bom não interessa e entretanto atiçar-lhe os cães em cima, o piloto, o bolinha e o tigre. Em vez disso chamei-a de mal educada, ao que ela me respondeu, "vai pô caraças..." e eu fiquei a ver toda aquela cena com uma sensaçao de deja vu.
se o arrependimento matasse tinha caído fulminado no chão porque aquilo que o meu mais primário ser dizia para fazer era para lhe deitar em cima todo o mais mais biliar ser, em vez disso calei completamente surpreendido com toda a situação sem capacidade de reagir de acordo com aquela situação, provavelmente se fosse noutro país mais civilizado, eu sacaria da minha arma automática e tinha cravejado o estupor da tia de chumbo grosso, em vez disso fiquei impotente a ver toda esta cena e como alternativa à fusca cospe balas tenho este blog de treta. Somos mesmo um país subdesenvolvido porra! pá.
Não é do conhecimento geral, mas emergiu nos últimos anos uma organização secreta, chamada as Tias de Portugal que se tem espalhado e diversificado como uma doença que vai corroendo e carquilhando o tecido vivo da nossa sociedade, atravessando transversalmente a sociedade passando por todas as classes e profissões tal é a gravidade da situação que me vejo obrigado a denunciar tal coisa aqui neste espaço de liberdade e pluridade, a que tantos nos habituámos, aqui no Pinguim.
Alguns estudiosos do assunto referem que tias sempre houve desde o alvorar da raça humana mas a verdade é que as coisas só se agudizaram e levaram a tão gravosa epidemia, a partir do inicio dos anos 80, embora se possa referir que o agente virulento já se cá encontrava no nossa querida casa a partir do incidente de Rosewell, para quem não sabe Rosewell (no deserto do Novo México, nos Estados Unidos, durante a década de 50) foi o local onde um ovni - objecto voador não identificado, despenhou-se no deserto perto de Roswell, esse veículo mais tarde apurou-se que se tratava de um veículo extraterrestre, tripulado por extraterrestes, com os nomes de código de Lili Caneças, Cinha Jardim e Bitá qualquer coisa, foram estes a primeira vaga que preparam o caminho para as vagas seguintes.
Estamos a ser invadidos por uma raça extraterrestre que nos vai domesticando e substituindo por cópias, ora vejam, a doença tem-se espandido a olhos vistos todos nós assistimos diáriamente a esta situação sem nada fazer, todos nós somos culpados por ficar passivos a assistir a esta situação sem nada dizer, A vitória do mal, não depende das pessoas más, mas sim nas pessoas boas e justas calarem-se e nada fazer para impedir a barbárie.
Eu até me arrepio sempre que oiço as palavras, "...oiça lá....", ou "....olhe lá...." ou então aquele sotaque primáriamente tia, em que se assiste a uma mulher que não tem onde cair morta e que começa o seguinte diálogo "(...)sabe eu no tempo em que andei a apanhar morangos(...)" e depois continua, é sobrehumano fiquei sem pinga de sangue.
Eu próprio todos os dias tenho de lutar pela minha alma, ainda hoje aconteceu uma situação que atemorizou, me deixou sem sangue, uma dessas tias de quinta vaga, atravessou o seu audi no passeio que eu percorria na hora de almoço, eu que não tinha ainda tomado o meu café a seguir ao almoço, muito massado, levantei muito levemente as mãos em sinal de protesto por ela ter parado no meio do passeio, não me permitindo passar sem ter de parar, ora o passeio como todos sabemos é percurso de peões e nao de carros, então não é que aquela imitação de terceira, aquela pseudo tia de uma figa, a julgar que isto é tudo dela e que eu sou algum servo dela, achou-se no direito de baixar o vidro e dizer aos gritos e de uma forma ironica "....desculpe...desculpe" irritadissima, por aquele enegrumeno da plebe todo cheio de germes e micróbios levantou uns centimetros as suas maozinhas, ...ao que horrrore onde o mundo vai parar, e eu em vez de tirar a garrafa de tintol, mandá-la levar no olho do c* e atirar-lhe com a garrafa vazia - depois de previamente emborcada a vermelha mistela que foi martelada com liquido refrigerante e um pouco de um qualquer coktail de quimicos industriais - bom não interessa e entretanto atiçar-lhe os cães em cima, o piloto, o bolinha e o tigre. Em vez disso chamei-a de mal educada, ao que ela me respondeu, "vai pô caraças..." e eu fiquei a ver toda aquela cena com uma sensaçao de deja vu.
se o arrependimento matasse tinha caído fulminado no chão porque aquilo que o meu mais primário ser dizia para fazer era para lhe deitar em cima todo o mais mais biliar ser, em vez disso calei completamente surpreendido com toda a situação sem capacidade de reagir de acordo com aquela situação, provavelmente se fosse noutro país mais civilizado, eu sacaria da minha arma automática e tinha cravejado o estupor da tia de chumbo grosso, em vez disso fiquei impotente a ver toda esta cena e como alternativa à fusca cospe balas tenho este blog de treta. Somos mesmo um país subdesenvolvido porra! pá.

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