Crónicas de zaratrusta, O pinguim perneta e zarolho

Tuesday, June 22, 2004

Primeiro encontro (Parte II)

[...] As minhas roupas haviam desaparecido. Eu não vira ninguém na praia, mas dentro de água não me preocupara em guardar as roupas.

Estas haviam desaparecido, e em seu lugar estava uma túlipa negra e um fraco alto e elegante com um líquido castanho e de aspecto sedoso lá dentro. Qual não foi a minha surpresa ao cheirar e aperceber-me de que se tratava de chocolate líquido.

Olhei em volta e vi ao longe, em cima de uma esteira, alguém que me acenava. O dia estava a morrer, pelo que não consegui descortinar de quem se tratava, pulsação disparou e a tesão entrou um pouco em pausa. Era uma inquietação, mas uma inquietação excitante.

Caminhei na direcção da pessoa, e conforme a distância se foi

reduzindo, fui-me apercebendo de que se tratava da mulher que eu vira cerca de uma hora e meia antes. Tinha o mesmo vestido branco e curto, sapatos altos, o cabelo preto e escorrido caía-lhe sobre o ombro, e os dentes do sorriso faziam um contraste radioso com a pele bronzeada e escura. Lábios eram carnudos, a curva da anca um traço perfeito, o peito ainda e sempre hirto e atrevido, chegando-se à frente para dizer de sua justiça.

Aproximei-me com os dois artefactos na mão.

Ela nada disse. Tirou-me a flor da mão e arrancando as pétalas uma por uma , espalhou em cima da esteira onde estava deitada.

Despiu-se então, e o corpo revelou toda a nudez selvática que tinha e senti uma descarga de cobiça que quase me fez perder o equilíbrio. As marcas do biquini salientava as zonas do corpo onde eu me perderia. Foi então que se aproximou e beijou-me. mergulhou-me a língua dentro da boca com uma voracidade tal que quase deixei cair o fraco, ao mesmo tempo que roçava a cona na minha coxa, num bamboleio que a humedeceu com os seus fluidos.

Com ferocidade tirou-me os boxers e voltou a agarrar-se a mim, roçando com a zona pélvica no meu caralho, que voltara a erguer-se duramente furioso.

Tentei agarrá-la, mas ela, com suavidade, deitou-me em cima das pétalas e agarrou no fraco, despejando o seu conteúdo por cima do meu corpo, e por cima do dela.

Vertendo a parte final para cima o meu caralho, abocanhou-o

totalmente, chupando-o juntamente com o chocolate, em movimentos circulares da língua e sugando com voracidade. Senti uma descarga tal que pensei que perdera o contacto com a terra. Ela chupava ritmadamente, lambendo o chocolate que escorria, engolindo o falo, fazendo-o desaparecer dentro da boca, com os lábios que o seguravam num abraço húmido e enlouquecedor.

Foi quando pensei que iria ceder que ela se ergueu e de joelhos, foi subindo até que ficou com a pélvis mesmo por cima da minha boca. Havia chocolate por toda a parte.

Vi os lábios húmidos pelo chocolate e não só, e mergulhei a boca nestes, procurando o tesouro que a pudesse fazer sentir minimamente o que ela me fizera a mim. Lambi a cona em busca do prazer dela e tirando com gana o meu. Ela arqueou as costas e soltou o primeiro gemido. Era um som feminino, agudo, mas suave.

"Lambe-me a cona" - dizia ela - " lambe o chocolate, sente o sabor!"

1 Comments:

  • Só que, no caso dela, provavelmente o chocolate não era chocolate, mas sim merda porque a tipa se tinha cagado toda...

    By Anonymous Anonymous, At 7:13 PM  

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