A pachacha ao longo dos tempos - O século XV
A História tem coisas do catano. É possível perceber a evolução da humanidade através do estudo recriado da pachacha, vulgo cona. Tal como os pelos faciais dos homens marcaram momentos de moda – é possível, verbis gratia, associar desde logo uma barba em leque ao império otomano - também a pintelheira feminina nos ajuda a compreender melhor as mutações temporais históricas que fizeram evoluir a humanidade. Aliás, estou absolutamente convencido, 100% seguro – como diria a Patrícia Cornwell sobre Walter Sickert e o Estripador, coitada – que todos os grandes momentos de viragem histórica se deram, porque as mulheres decidiram cortar as respectivas pintelheiras de maneira diferente. E não pense o energúmeno leitor que “como isso é possível?!? Uma mulher muda o corte pintelhal e a história muda!”. Ó meus amigos, não é uma: são todas! Uma mulher quando vai ao WC não vai sozinha, pois não? O que é que acham que vão as duas (ou mais) fazer? Claro que vão actualizar-se sobre o corte dos pintelhos da outra. Bom, considerandos à parte, aqui ficam alguns exemplos:
Século XV – a farfalhuda
O Século XV foi a transição entre a idade média e o Renascimento. De facto, em 1400 ainda se morria de peste negra como o caralho! E porquê? Porque as gajas tinham umas pintelheiras de tal modo farfalhudas que albergavam famílias de ratos inteiras! Ora pois é, meus amigos, se repararem no Nascimento de Vénus, do Sandro Botticelli em 1486, a gaja só tem cabelos na cabeça. A pintelheira, essa, estreitou de tal maneira, que é encoberta pelas tranças. Por isso, o Século XV é também o do início do descobrimento da pachacha tipo relva aparada. Aliás, diz-se desta época "Renascimento" exactamente porque fez "renascer" o culto da pintelheira média. Ou onde é que acham que os fenícios foram inspirar-se para começar a fabricar tapetes perças?
Para a semana, falaremos da século XVI e o retrocesso que foi a descoberta da pachacha índia e da infeliz ideia que os portugueses tiveram em começar a levar pretos para o Brasil.
Século XV – a farfalhuda
O Século XV foi a transição entre a idade média e o Renascimento. De facto, em 1400 ainda se morria de peste negra como o caralho! E porquê? Porque as gajas tinham umas pintelheiras de tal modo farfalhudas que albergavam famílias de ratos inteiras! Ora pois é, meus amigos, se repararem no Nascimento de Vénus, do Sandro Botticelli em 1486, a gaja só tem cabelos na cabeça. A pintelheira, essa, estreitou de tal maneira, que é encoberta pelas tranças. Por isso, o Século XV é também o do início do descobrimento da pachacha tipo relva aparada. Aliás, diz-se desta época "Renascimento" exactamente porque fez "renascer" o culto da pintelheira média. Ou onde é que acham que os fenícios foram inspirar-se para começar a fabricar tapetes perças?
Para a semana, falaremos da século XVI e o retrocesso que foi a descoberta da pachacha índia e da infeliz ideia que os portugueses tiveram em começar a levar pretos para o Brasil.

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